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    <title>Last posts on balkans</title>
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        <title>Reflexoes sobre a proclamaçao unilateral de independencia do Kosovo</title>
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        <updated>2008-05-15T00:25:00+02:00</updated>
        <published>2008-05-15T00:25:00+02:00</published>
        <summary>        &amp;nbsp;     Reflexões sobre a proclamação unilateral de independência...</summary>
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           &lt;div style=&quot;text-align: center&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;img name=&quot;media-1013204&quot; src=&quot;http://euro-synergies.hautetfort.com/media/00/01/2106681741.jpg&quot; alt=&quot;1966499219.jpg&quot; style=&quot;margin: 0.7em 0px; border-width: 0px&quot; id=&quot;media-1013204&quot; /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Reflexões sobre a proclamação unilateral de independência do Kosovo&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt; A questão coloca-se: deve ou não ser reconhecida a independência do Kosovo? Noutros termos, podemos reconhecer o direito de uma população, dispondo de um parlamento infra-estatal, de proclamar a sua independência, se a maioria dos seus representantes são a favor disso?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Neste questionamento, há dois princípios que se cruzam:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 1) O direito dos povos a dispor de si, o direito de toda a identidade, assente em critérios objectivos e bases concretas (étnicas, linguísticas, históricas, etc. …), a dotar-se de um sistema de representação política próprio num quadro espacio-temporal determinado, seja no quadro de um Estado multiétnico (segundo o modelo helvético) ou num Estado que prevê um federalismo, mais ou menos assim entendido, segundo outros modelos, como o federalismo alemão ou o Estado de comunidades autónomas que é actualmente a Espanha. Este direito à autonomia dá o direito à infependencia? A questão pode permanecer aberta no quadro europeu.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 2) O direito dos povos europeus a recusar toda a balcanização que enfraquece o continente no seu conjunto, gera no seu seio conflitos exploráveis por potências terceiras, geralmente estrangeiras ao território europeu (segundo a terminologia de Carl Schmitt: des «raumfremde Mächte»).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O primeiro destes princípios é um princípio de direito. O segundo é um princípio de geopolítica. A independência unilateral de independência do Kosovo suscita uma contradição: Opõe, mesmo porque foi declarada unilateralmente, o direito à geopolítica, enquanto que na Europa direito e geopolítica não deveriam opor-se mas antes formar, em concerto, uma unidade indissociável. O direito deve ajudar a consolidar o conjunto territorial, a barrar o caminho a toda a tentativa de deslocamento e não a sancionar práticas que desembocam no enfraquecimento ou desmantelamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O direito à autonomia, mesmo o mais alargado, inclusive até à independência estatal, é inalienável na perspectiva anteriormente desenhada por Herder, defensor filosófico das identidades populares, no mundo germânico como nos Balcãs, onde contou, precisamente, com muitos discípulos. Contudo, este jogo dialéctico complexo entre a identidade local e particular, de uma parte, e, de outra parte, a necessidade de assegurar um quadro sólido onde todas estas identidades poderiam desenvolver-se em paz e harmonia, implica construir, todos juntos na Europa, um quadro comum tirado das experiências vividas, muitas vezes tragicamente, pelos povos da Europa ao longo dos séculos. Este quadro deveria ser o avatar contemporâneo de uma unidade inicial comum, que ganhou asas a partir de um território centro-europeu desde o final da pré-história, nas premissas da proto-história. O facto etno-histórico europeu difundiu-se a partir de um centro, principalmente alto-danubiense (território das culturas do Michelsberg, depois das civilizações de La Tène e de Hallstatt) que, seguindo as margens do grande rio, se propagou depois nos Balcãs (culturas de Lipinski-Vir, de Starcevo,etc.). Os Balcãs são nossos, se são o nosso Ergänzungsraum imediato, o nosso trampolim em direcção ao mediterrâneo oriental, o Egipto, a Anatólia, o Crescente Fértil.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Este direito à autonomia é, certamente, um direito, mas unicamente para aqueles que reconhecem plenamente a unidade primordial dos nossos povos antes da sua difusão para as vastas periferias. A albanidade, como a helenidade, a celticidade ou a italianidade, não fogem a esta regra. Reconhecemos, então, totalmente, o princípio de uma albanidade europeia, cujas fronteiras se dirigem para sul, em direcção ao mediterrâneo oriental e ao Egipto (Mehmet Ali era de origem albanesa). Mas o Kosovo, ao tornar-se muçulmano após a conquista otomana, deixa de ser essa albanidade capaz de se projectar em direcção a esse Sul e a esse Oriente para aumentar o espaço europeu. É a traição quando comparada com o espírito do grande herói Skanderbeg, capitão no Adriático no século XV, às portas do mediterrâneo oriental, contra os otomanos. Ao tornar-se otomana e muçulmana, a albanidade volta as suas forças contra o centro da Europa, faz-se ponta de lança de duas direcções geopolíticas estrangeiras e, portanto, inimigas da Europa: a direcção dos povos turco-mongóis (que parte da Mongólia em direcção à puszta húngara e ao Adriático) e a direcção dos povos hamito-semitas (que parte da península arábica em direcção a todos os azimutes).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Independente, o Kosovo tornar-se-á o terceiro Estado muçulmano nos Balcãs depois da Albânia e da Bósnia. Formará, com eles, uma avant-garde panturaniana (turco-mongól) e arabo-muçulmana (hamito-semita) no belo seio de uma região que foi sempre o trampolim da Europa em direcção à sua periferia leste-mediterrânica e egípcia. Uma Europa encerrada nesta mesma região dos Balcãs não teria mais real abertura sobre o mundo, estaria condenada à subjugação e à implosão. Lembremo-nos dos povos pré-helénicos que fizeram a glória da Grécia antiga: transitaram pelos Balcãs, incluindo os macedónios de Filipe e Alexandre. Lembremo-nos de Roma, que teve de controlar os Balcãs antes de passar à ofensiva na Ásia Menor e de se lançar sobre o Egipto. A Europa não pode tolerar corpos estrangeiros nesta região altamente estratégica. Todo o corpo estrangeiro, isto é, todo o corpo que entende pertencer a agregados que não respeitam as direcções geopolíticas tradicionais da Europa, impede o desenvolvimento actual e futuro do nosso continente. Nas lutas planetárias que se desenham nesta alvorada do século XXI, aceitar um tal enfraquecimento é imperdoável da parte dos nossos dirigentes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Nas querelas que animaram, no curso destes últimos anos, a pequena cena intelectual parisiense, certos polemistas argumentaram que há, ou havia, uma aliança implícita entre o germanismo centro-europeu e o otomanismo, depois entre o germanismo e os independentistas bósnios e albaneses, durante as duas grandes confrontações mundiais de 1914-1918 e 1939-1945. Este argumento ignora evidentemente a mudança dos dados. O maior pólo de potência, que se projectava nestas épocas, situava-se precisamente no centro do nosso continente, nas bacias fluviais paralelas do norte da Europa e na bacia do Danúbio, e arrastava o pólo otomano numa dinâmica dirigida ao sul, ao oceano Índico. No conflito balcânico dos anos 90 do século XX, o centro da Europa já não era de todo um pólo de potência, estava dividido (balcanisado!) e avassalado. A reactivação dos particularismos bósnios e albaneses não resultava já de um pólo de potência europeu à procura de se projectar em direcção à bacia oriental do mediterrâneo ou à mesopotâmia e ao oceano Índico, neutralizando positivamente, por uma política de mão estendida, algumas minorias muçulmanas. Esta nova reactivação, na última década do século XX, foi o resultado da aliança entre Wahabitas sauditas e puritanos do lado de lá do atlântico procurando, concertadamente, criar uma «dorsal islâmica» (segundo a terminologia dos geopolitólogos sérvios, entre os quais o nosso saudoso amigo Dragos Kalajic) cuja função geoestratégica deveria ser dupla: 1) bloquear o Danúbio à altura da capital da sérvia e 2) instalar sobre a linha Belgrado- Salónica um bloco territorial fora da soberania sérvia, porque esta linha é a via terrestre mais curta entre o centro danubiense da Europa e a bacia oriental do mediterrânico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Um bloco territorial desta natureza, recebendo o apoio wahabita e americano, é inaceitável de um ponto de vista europeu, mesmo se a galeria de traidores, cretinos e cérebros de galinha que se dizem representantes da Europa em Bruxelas ou Estrasburgo, pretende o contrário. Esta galeria de idiotas raciocina dissociando o direito da geopolítica, enquanto que seria necessário pensá-los em fusão e em harmonia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O Kosovo, que, para além desta posição central que ocupa na linha Belgrado-Salónica, é o antigo «Campo dos Melros», sítio da batalha sangrenta que opôs o exército medieval sérvio aos invasores otomanos. Sobre esse solo sacro, a aristocracia sérvia derramou todo o seu sangue para a salvaguarda da Europa. O «Campo dos Melros» tornou-se, portanto, pelo sacrifício desta cavalaria, um território sagrado, altamente simbólico, não somente para a sérvia e para os outros povos balcânicos em luta contra a barbárie otomana, mas também para os Húngaros, os soldados borgonheses e imperiais, que tentaram cruzadas infrutuosas para anular e impedir a vitória turca do Campo dos Melros. O esquecimento constitui uma outra falha cardinal e imperdoável: é dessacralizar a história, dessacralizar o político, privilegiar o processualismo e o presentismo nos raciocínios e actuações políticas e geopolíticas; é esquecer, num sentido e noutro, o longo prazo em benefício do imediato e do superficial. “Non possumus”: não incidiremos jamais em tais falhas!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Vários países europeus recusam reconhecer a independência do terceiro elo da «dorsal islâmica», como é o caso da Espanha, e os países maioritariamente ortodoxos como a Roménia e a Bulgária. Em França, na sacrossanta «República» apresentada como a parangona inultrapassável de todas as virtudes filosóficas, os dois novos defensores burlescos da política, o universalista mediomano Kouchner e o seu presidente, Sarkozy, denominado o «anão húngaro», apressaram-se a reconhecer desde logo, trompetes ruidosas e tambores retumbantes, a entidade wahabita-americanista que é o Kosovo. Perguntamo-nos como Voltaire ou Robespierre, devotas da Deusa Razão, conciliariam o seu laicismo com o preconceito dos wahabitas e dos seus aliados americanos. Mas o reconhecimento por Sarkozy e Kouchner do Kosovo é ao menos uma boa nova, porque interrogamo-nos sobre o que poderiam retorquir os dois larápios se amanhã uma enfiada de potências europeias ou outras adquirisse bruscamente a vontade de reconhecer uma república corsa, um novo ducado da Bretanha ou um novo Estado insular nas DOM-TOM ou, mais fácil ainda, o regresso à independência da Sabóia, que existe de jure. A independência da Sabóia poderia vir a ser, muito legalmente, a primeira alavanca para reanimar a existência política e estatal de Bresse (na província de Sabóia), da Lorena (grão-ducado imperial), do Franco-Condado, etc. Aos poucos, a velha Lotaríngia tomaria forma, ao longo do Ródano na Provença e no Delfinado, tornando actual o testamento de Carlos V (que nunca deveríamos ter esquecido, nem em Munique, nem em Viena, nem em Roma, nem em Madrid, nem em Bruxelas).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A Rússia, pela sua parte, poderia, através de uma interpretação jurisprudencial da independência do Kosovo, obrigar a aceitação da independência de duas províncias georgianas: a Abecásia e a Ossétia do Sul, desmembrando de um só golpe o principal peão dos EUA e da NATO no Cáucaso.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Qualquer que seja o resultado da independência kosovar na Europa, ele oferece-nos possibilidades de acção:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 1) Se ninguém a reconhece ou se fortes resistências se opõem ao seu pleno reconhecimento não haverá «dorsal islâmica» nem bloco territorial a obstruir a linha Belgrado-Salónica.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 2) Se todos reconhecem o Kosovo independente surge um pretexto para desmembrar a França e reconstruir o flanco ocidental e romano do defunto Sacro Império, cuja restauração permitiria à Europa dotar-se de uma espinha dorsal político-espiritual. Esta restauração significaria simultaneamente a morte definitiva da ideologia republicana, esse malefício que atinge o cúmulo do ridículo com o binómio Sarközy-Kouchner. O único perigo de um reconhecimento geral do Estado kosovar seria dar pretexto aos muçulmanos de Ceuta e Melilla para reclamarem uma independência análoga, com o beneplácito dos mesmos padrinhos wahabitas e yankees. Razão pela qual a Espanha recusa reconhecer o novo Estado auto-proclamado (para além do caso basco).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Em qualquer dos casos, teremos ocasião de militar em defesa da nossa visão da Europa. De permanecer combatentes, Verdadeiros «zoon politikon». Vestais de um inelutável Grande Retorno da tradição imperial.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; 
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        <title>Les Pontiques (Grecs, Rums)</title>
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        <updated>2008-05-07T19:15:46+02:00</updated>
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        <summary>  Pontiques   Un article de Wikipédia, l'encyclopédie libre.   Aller à :...</summary>
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           &lt;h1 class=&quot;firstHeading&quot;&gt;Pontiques&lt;/h1&gt; &lt;h3 id=&quot;siteSub&quot;&gt;Un article de Wikipédia, l'encyclopédie libre.&lt;/h3&gt; &lt;div id=&quot;jump-to-nav&quot;&gt;Aller à : &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Pontiques#column-one&quot;&gt;Navigation&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Pontiques#searchInput&quot;&gt;Rechercher&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;!-- start content --&gt; &lt;div class=&quot;plainlinks bandeau-niveau-ebauche bandeau&quot;&gt; &lt;table style=&quot;background-color: transparent&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class=&quot;bandeau-icone&quot;&gt; &lt;div style=&quot;text-align: center; white-space: nowrap&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Image:Xipe_Totec_mask_Louvre_MH_78-1-60.jpg&quot; class=&quot;image&quot; title=&quot;Xipe Totec mask Louvre MH 78-1-60.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1b/Xipe_Totec_mask_Louvre_MH_78-1-60.jpg/33px-Xipe_Totec_mask_Louvre_MH_78-1-60.jpg&quot; 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title=&quot;La région du Pont&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/55/Pontus.png/250px-Pontus.png&quot; alt=&quot;La région du Pont&quot; class=&quot;thumbimage&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;250&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div class=&quot;thumbcaption&quot;&gt; &lt;div class=&quot;magnify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Image:Pontus.png&quot; class=&quot;internal&quot; title=&quot;Agrandir&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://fr.wikipedia.org/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png&quot; height=&quot;11&quot; width=&quot;15&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; La région du Pont&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Les &lt;b&gt;Grecs pontiques&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;Pontiques&lt;/b&gt;, sont les descendants des populations &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Grec_ancien&quot; title=&quot;Grec ancien&quot;&gt;hellénophones&lt;/a&gt; (grecques ou hellénisées) du pourtour de la &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Mer_Noire&quot; 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&lt;span class=&quot;toctext&quot;&gt;Liens externes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;li class=&quot;toclevel-2&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Pontiques#Bibliographie&quot;&gt;&lt;span class=&quot;tocnumber&quot;&gt;7.3&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;toctext&quot;&gt;Bibliographie&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;script type=&quot;text/javascript&quot;&gt; //&lt;![CDATA[ if (window.showTocToggle) { var tocShowText = &quot;afficher&quot;; var tocHideText = &quot;masquer&quot;; showTocToggle(); }  //]]&gt; &lt;/script&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Les_Pontiques_anatoliens_dans_l.27Empire_ottoman&quot; id=&quot;Les_Pontiques_anatoliens_dans_l.27Empire_ottoman&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Les Pontiques anatoliens dans l'Empire ottoman&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=1&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Les Pontiques anatoliens dans l'Empire ottoman&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Au début du &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/XXe_si%C3%A8cle&quot; title=&quot;XXe siècle&quot;&gt;&lt;span class=&quot;romain&quot; title=&quot;Nombre&amp;nbsp;écrit en chiffres romains&quot;&gt;XX&lt;/span&gt;&lt;sup class=&quot;exposant&quot;&gt;e&lt;/sup&gt;&amp;nbsp;siècle&lt;/a&gt;, il reste encore plusieurs centaines de milliers de Pontiques dans les &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Empire_ottoman&quot; title=&quot;Empire ottoman&quot;&gt;provinces ottomanes&lt;/a&gt;, mais la quasi-totalité est soit massacrée pendant et à l'issue de la &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Premi%C3%A8re_Guerre_mondiale&quot; title=&quot;Première Guerre mondiale&quot;&gt;Première Guerre mondiale&lt;/a&gt; (certains en Grèce parlent de «&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/G%C3%A9nocide_des_Grecs_Pontiques&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Génocide des Grecs Pontiques&quot;&gt;génocide pontique&lt;/a&gt;&amp;nbsp;» à l'instar du &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/G%C3%A9nocide_arm%C3%A9nien&quot; title=&quot;Génocide arménien&quot;&gt;génocide arménien&lt;/a&gt; — la moitié des 500&amp;nbsp;000 Pontiques résidents de 1919 auraient été massacrés ou auraient succombé au cours de leur déportation entre 1919 et 1923), soit expulsée vers la &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A8ce&quot; title=&quot;Grèce&quot;&gt;Grèce&lt;/a&gt; suite au &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Trait%C3%A9_de_Lausanne&quot; title=&quot;Traité de Lausanne&quot;&gt;traité de Lausanne&lt;/a&gt; de 1923.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;L'ensemble des «&amp;nbsp;Grecs&amp;nbsp;» d'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Anatolie&quot; title=&quot;Anatolie&quot;&gt;Anatolie&lt;/a&gt; est qualifié en Grèce de &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Micrasiates&quot; title=&quot;Micrasiates&quot;&gt;Micrasiates&lt;/a&gt;. Ce nom vient de Μικρά Ασία, &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Asie_mineure&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Asie mineure&quot;&gt;Asie mineure&lt;/a&gt;. Cette catégorie inclut d'ailleurs aussi des &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/%C3%89glise_orthodoxe&quot; title=&quot;Église orthodoxe&quot;&gt;chrétiens orthodoxes&lt;/a&gt; non-héllénophones, locuteurs du &quot;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Roum&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Roum&quot;&gt;roum&lt;/a&gt;&quot; ou &quot;rum&quot; (qui se différencie du &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Laze&quot; title=&quot;Laze&quot;&gt;laze&lt;/a&gt; dans les recensements de l'État turc) ou d'autres langues anatoliennes. L'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Empire_ottoman&quot; title=&quot;Empire ottoman&quot;&gt;Empire ottoman&lt;/a&gt; finissant, sous la direction de &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Mustafa_Kemal&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Mustafa Kemal&quot;&gt;Mustafa Kemal&lt;/a&gt;, expulse aussi ces populations, jouant sur la confusion entre «&amp;nbsp;nation grecque&amp;nbsp;» et «&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Millet_%28Empire_ottoman%29&quot; title=&quot;Millet (Empire ottoman)&quot;&gt;millet&lt;/a&gt; grec&amp;nbsp;» (&lt;i&gt;rum milleti&lt;/i&gt;), ce dernier n'étant en fait qu'une catégorie religieuse (chrétienne orthodoxe) et non nationale.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Parmi les &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Micrasiates&quot; title=&quot;Micrasiates&quot;&gt;Micrasiates&lt;/a&gt;, les &lt;b&gt;Pontiques&lt;/b&gt; sont ceux dont le territoire d'origine est le &quot;Pont&quot; (&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Royaume_du_Pont&quot; title=&quot;Royaume du Pont&quot;&gt;Royaume_du_Pont&lt;/a&gt;) dont une partie descend des Ioniens (fondateurs de la plupart des villes le long le côte de la &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Mer_Noire&quot; title=&quot;Mer Noire&quot;&gt;mer Noire&lt;/a&gt;) tandis que d'autres sont issus de populations autochtones hellénisées depuis l'Antiquité ou christianisées sous l'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Empire_romain_d%27orient&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Empire romain d'orient&quot;&gt;Empire romain d'orient&lt;/a&gt;. Le &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Royaume_du_Pont&quot; title=&quot;Royaume du Pont&quot;&gt;Royaume_du_Pont&lt;/a&gt; tire son nom du &quot;Pontos Euxinos&quot; (Pont-Euxin, &quot;mer acueillante&quot; en grec), ancien nom de la Mer Noire (&quot;Karadeniz&quot; en turc: &quot;mer ombreuse&quot; c'est-à-dire &quot;mer au nord&quot; symboliquement, la Méditerranée étant pour les turcs &quot;Akdeniz&quot;: la &quot;mer lumineuse&quot; soit la &quot;mer au sud&quot; symboliquement). Entre 1204 et 1461, la majorité des &lt;i&gt;pontiques&lt;/i&gt; ont vécu au sein de l'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Empire_de_Tr%C3%A9bizonde&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Empire de Trébizonde&quot;&gt;empire grec de Trébizonde&lt;/a&gt;, successeur de l'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Empire_byzantin&quot; title=&quot;Empire byzantin&quot;&gt;Empire byzantin&lt;/a&gt; autour de la Mer Noire.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Les_Pontiques_ex-anatoliens_en_Gr.C3.A8ce&quot; id=&quot;Les_Pontiques_ex-anatoliens_en_Gr.C3.A8ce&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Les Pontiques ex-anatoliens en Grèce&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=2&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Les Pontiques ex-anatoliens en Grèce&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Depuis les années 1920, la plupart des Pontiques vivent donc en Grèce, où beaucoup ont maintenu leur langue, à l'origine un &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Dialecte&quot; title=&quot;Dialecte&quot;&gt;dialecte&lt;/a&gt; grec, le &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Pontique&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Pontique&quot;&gt;pontique&lt;/a&gt; (ou &quot;roum&quot; ou &quot;rum&quot; en turc comme mentionné dans les registres de population de l'Etat Turc), qui a évolué vers une &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Langue&quot; title=&quot;Langue&quot;&gt;langue&lt;/a&gt; distincte, peu compréhensible par les locuteurs du &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Grec_moderne&quot; title=&quot;Grec moderne&quot;&gt;grec moderne&lt;/a&gt;, tout comme le &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Cappadocien&quot; title=&quot;Cappadocien&quot;&gt;cappadocien&lt;/a&gt; récemment (juin 2005) redécouvert en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Chalcidique&quot; title=&quot;Chalcidique&quot;&gt;Chalcidique&lt;/a&gt;. Les Pontiques font souvent l'objet de plaisanteries à caractère raciste de la part des autres Grecs, le personnage du Pontique dans les blagues grecques, comme celui du Valaque (&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Aroumain&quot; title=&quot;Aroumain&quot;&gt;Aroumain&lt;/a&gt;), est toujours un peu ridicule, pas dégourdi. D'une manière générale, les Micrasiates, dont les Pontiques, ont été utilisés par l'État grec pour peupler les régions vidées de leurs populations slavo-macédoniennes, aroumaines, albanaises, turques ou grecques islamisées (&quot;Turcs hellénophones&quot;). Il ne s'agit pas d'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/%C3%89puration_ethnique&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Épuration ethnique&quot;&gt;épuration ethnique&lt;/a&gt; mais d'&quot;échanges de populations&quot; institués (et rendus obligatoires) par le &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Trait%C3%A9_de_Lausanne&quot; title=&quot;Traité de Lausanne&quot;&gt;Traité de Lausanne&lt;/a&gt;: 400.000 personnes ont du quitter la Grèce, tandis que 1.500.000 Micrasiates (et aussi Grecs de Thrace, de Bulgarie et d'URSS dans les années suivantes) ont été contraints de quitter leurs foyers pour venir en Grèce.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Les_Pontiques_anatoliens_en_Turquie&quot; id=&quot;Les_Pontiques_anatoliens_en_Turquie&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Les Pontiques anatoliens en Turquie&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=3&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Les Pontiques anatoliens en Turquie&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Alors que la présence pontique en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Anatolie&quot; title=&quot;Anatolie&quot;&gt;Anatolie&lt;/a&gt; était considérée comme faisant partie d'une histoire révolue, la publication en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/1996&quot; title=&quot;1996&quot;&gt;1996&lt;/a&gt; à &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Istanbul&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Istanbul&quot;&gt;Istanbul&lt;/a&gt; de l'ouvrage &lt;i&gt;La culture du Pont&lt;/i&gt; (titre en turc &lt;i&gt;Pontos Kültürü&lt;/i&gt;, publié en 1999 en grec à &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Thessalonique&quot; title=&quot;Thessalonique&quot;&gt;Thessalonique&lt;/a&gt;, &lt;i&gt;Ο Πολιτισμός του Πόντου&lt;/i&gt;), de l'écrivain &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=%C3%96mer_Asan&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Ömer Asan (page inexistante)&quot;&gt;Ömer Asan&lt;/a&gt; (né en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/1961&quot; title=&quot;1961&quot;&gt;1961&lt;/a&gt;) révéla l'existence de nombreux locuteurs musulmans du pontique, peut-être 300&amp;nbsp;000, notamment dans une soixantaine de villages aux alentours de &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Trabzon&quot; title=&quot;Trabzon&quot;&gt;Trébizonde&lt;/a&gt;. Une campagne nationaliste fut lancée en décembre 2001, dans la foulée de la réédition de son livre, par un professeur de théologie, Zekeriya Beyaz, qui accusa Ömer Asan d'être un «&amp;nbsp;ami de la Grèce&amp;nbsp;», de vouloir réintroduire la chrétienté orthodoxe dans une région musulmane, puis, relayé par la presse et le parti fasciste &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Milliyet%C3%A7i_Hareket_Partisi&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Milliyetçi Hareket Partisi&quot;&gt;MHP&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Loups_gris&quot; title=&quot;Loups gris&quot;&gt;Loups gris&lt;/a&gt;), de trahison et d'insulte à la mémoire d'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Atat%C3%BCrk&quot; title=&quot;Atatürk&quot;&gt;Atatürk&lt;/a&gt;. Le tribunal de sûreté de l'État ordonna la saisie de tous les exemplaires de son ouvrage et convoqua Asan et son éditeur pour une audience le 25 janvier suivant sous le chef d'accusation de «&amp;nbsp;propagande séparatiste&amp;nbsp;». L'affaire fut ensuite confiée aux juridictions civiles. En mars 2002, &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=%C3%96mer_Asan&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1&quot; class=&quot;new&quot; title=&quot;Ömer Asan (page inexistante)&quot;&gt;Ömer Asan&lt;/a&gt; fut poursuivi pour avoir produit des «&amp;nbsp;écrits visant à briser l'unité nationale&amp;nbsp;», un crime passible de quatorze mois à quatre ans de prison. Il fut finalement acquitté en septembre 2003, grâce à l'abrogation (sous pression de l'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Union_europ%C3%A9enne&quot; title=&quot;Union européenne&quot;&gt;Union européenne&lt;/a&gt;) de l'article 8 de la loi antiterroriste. Toutefois, depuis cette affaire, les Pontiques convertis à l'islâm évitent d'utiliser leur langue et passent massivement au turc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Les_Pontiques_de_Russie_et_d.27ex-Union_sovi.C3.A9tique&quot; id=&quot;Les_Pontiques_de_Russie_et_d.27ex-Union_sovi.C3.A9tique&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Les Pontiques de Russie et d'ex-Union soviétique&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=4&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Les Pontiques de Russie et d'ex-Union soviétique&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;D'autres Pontiques ont continué à vivre dans les villes portuaires comme &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Odessa&quot; title=&quot;Odessa&quot;&gt;Odessa&lt;/a&gt;, en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Ukraine&quot; title=&quot;Ukraine&quot;&gt;Ukraine&lt;/a&gt;, ou &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Soukhoumi&quot; title=&quot;Soukhoumi&quot;&gt;Soukhoumi&lt;/a&gt;, en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Abkhazie&quot; title=&quot;Abkhazie&quot;&gt;Abkhazie&lt;/a&gt; (république autonome de la côte nord de la &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/G%C3%A9orgie_%28pays%29&quot; title=&quot;Géorgie (pays)&quot;&gt;Géorgie&lt;/a&gt;). Ils étaient également présents en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Crim%C3%A9e&quot; title=&quot;Crimée&quot;&gt;Crimée&lt;/a&gt;, à Eupatorija, Sébastopol, Soudak et Feodosija. &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Joseph_Staline&quot; title=&quot;Joseph Staline&quot;&gt;Staline&lt;/a&gt; en fit déporter 36&amp;nbsp;000 ou 37&amp;nbsp;000 vers l'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Ouzb%C3%A9kistan&quot; title=&quot;Ouzbékistan&quot;&gt;Ouzbékistan&lt;/a&gt; et le &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Kazakhstan&quot; title=&quot;Kazakhstan&quot;&gt;Kazakhstan&lt;/a&gt; en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/1949&quot; title=&quot;1949&quot;&gt;1949&lt;/a&gt;. En &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Novembre&quot; title=&quot;Novembre&quot;&gt;novembre&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/1955&quot; title=&quot;1955&quot;&gt;1955&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Nikita_Khrouchtchev&quot; title=&quot;Nikita Khrouchtchev&quot;&gt;Khrouchtchev&lt;/a&gt; supprima les discriminations héritées de l'ère stalinienne pour 5&amp;nbsp;000 Grecs pontiques de &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/G%C3%A9orgie_%28pays%29&quot; title=&quot;Géorgie (pays)&quot;&gt;Géorgie&lt;/a&gt;. Ils représentaient encore 3&amp;nbsp;% de la population de l'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Abkhazie&quot; title=&quot;Abkhazie&quot;&gt;Abkhazie&lt;/a&gt; en 1989. Les Pontiques tatarophones de Crimée et les Pontiques turcophones de la Géorgie sont connus sous le nom d' &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Urum&quot; title=&quot;Urum&quot;&gt;urums&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; qui vient du turc &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Rum&quot; title=&quot;Rum&quot;&gt;rum&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Les_Pontiques_ex-sovi.C3.A9tiques_en_Gr.C3.A8ce&quot; id=&quot;Les_Pontiques_ex-sovi.C3.A9tiques_en_Gr.C3.A8ce&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Les Pontiques ex-soviétiques en Grèce&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=5&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Les Pontiques ex-soviétiques en Grèce&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;La loi grecque prévoit des facilités pour le &quot;retour&quot; des Grecs de la diaspora vers la &quot;mère-patrie&quot; sur le modèle des &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Loi_du_retour&quot; title=&quot;Loi du retour&quot;&gt;&quot;lois du retour&quot;&lt;/a&gt; israélienne et allemande, et de nombreux (60 000 entre 1988 et 1994) Pontiques (y compris des couples mixtes) de l'ex-&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Union_sovi%C3%A9tique&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Union soviétique&quot;&gt;Union soviétique&lt;/a&gt; (du &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Kazakhstan&quot; title=&quot;Kazakhstan&quot;&gt;Kazakhstan&lt;/a&gt; e.a.), souvent qualifiés de &quot;&lt;b&gt;Russo-Pontiques&lt;/b&gt;&quot; (&lt;i&gt;Ρωσσοπόντιοι&lt;/i&gt; en grec) parce que ne parlant plus que le russe, ont ainsi atterri dans les banlieues déshéritées d'&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Ath%C3%A8nes&quot; title=&quot;Athènes&quot;&gt;Athènes&lt;/a&gt; et dans le Nord de la Grèce où beaucoup les considèrent en réalité plus comme des immigrés russes que comme des &quot;compatriotes&quot; grecs. Cette situation est notamment décrite dans le film &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Les_Gar%C3%A7ons_d%27Ath%C3%A8nes&quot; title=&quot;Les Garçons d'Athènes&quot;&gt;Les Garçons d'Athènes&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; (titre anglais &lt;i&gt;From the edge of the city&lt;/i&gt;, dialogues en grec et en russe) du réalisateur &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Constantinos_Giannaris&quot; title=&quot;Constantinos Giannaris&quot;&gt;Constantinos Giannaris&lt;/a&gt;, sorti en &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/1998&quot; title=&quot;1998&quot;&gt;1998&lt;/a&gt; et comparé par certains critiques au film américain &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/My_Own_Private_Idaho&quot; title=&quot;My Own Private Idaho&quot;&gt;My Own Private Idaho&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Les_Pontiques_de_Roumanie_et_Bulgarie&quot; id=&quot;Les_Pontiques_de_Roumanie_et_Bulgarie&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Les Pontiques de Roumanie et Bulgarie&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=6&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Les Pontiques de Roumanie et Bulgarie&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;Les Pontiques de Dobrogée (Dobrogea en roumain, &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Dobroudja&quot; title=&quot;Dobroudja&quot;&gt;Dobroudja&lt;/a&gt; en bulgare) et de la &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Thrace&quot; title=&quot;Thrace&quot;&gt;Thrace&lt;/a&gt; bulgare, au nombre de 120.000 en 1938 selon les recensements roumain et bulgare de l'époque, étaient pour partie autochtones (issus de colons ioniens et de thraces héllénisés) et pour partie venus de Constantinople, Sinope et Trébizonde lors du développement économique du XIXème siècle, avec la construction des voies ferrées &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Rouss%C3%A9&quot; title=&quot;Roussé&quot;&gt;Roussé&lt;/a&gt;-&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Varna&quot; title=&quot;Varna&quot;&gt;Varna&lt;/a&gt; et Axiopolis (&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Cernavoda&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Cernavoda&quot;&gt;Cernavoda&lt;/a&gt;)-Tomis (&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Constan%C5%A3a&quot; title=&quot;Constanţa&quot;&gt;Constanţa&lt;/a&gt;) pour écouler les grains des principautés danubiennes. Ils parlaient un dialecte grec local mêlé de roumain, de bulgare et de turc, évoqué par &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Pana%C3%AFt_Istrati&quot; title=&quot;Panaït Istrati&quot;&gt;Panaït Istrati&lt;/a&gt;. Ils ne furent pas inquiétés jusqu'en 1945, mais par la suite, lorsque leurs commerces furent nationalisés, beaucoup d'entre eux quittèrent ces pays, profitant de la &quot;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Loi_du_retour&quot; title=&quot;Loi du retour&quot;&gt;Loi du retour&lt;/a&gt;&quot; grecque. La Roumanie compte aujourd'hui 35.000 grecs sur son territoire, mais tous ne sont pas des Pontiques, car il y a aussi des &quot;koukoués&quot;: communistes réfugiés dans les pays du &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Pacte_de_Varsovie&quot; title=&quot;Pacte de Varsovie&quot;&gt;pacte de Varsovie&lt;/a&gt; à l'issue de la &lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/Guerre_civile_grecque&quot; title=&quot;Guerre civile grecque&quot;&gt;guerre civile grecque&lt;/a&gt;. En Bulgarie, ils seraient encore 2.500 et des villes grecques entières telles que Nesebar (Messembria), Pomorje (Anchialos), Ahtebol (Agathoupolis) ou Tsarevo ex-Mitchourine (Vassiliko) ont été presqu'entièrement abandonnées et repeuplées de Bulgares.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Voir_aussi&quot; id=&quot;Voir_aussi&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Voir aussi&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=7&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Voir aussi&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Liens_internes&quot; id=&quot;Liens_internes&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Liens internes&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=8&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Liens internes&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/wiki/G%C3%A9nocide_grec_pontique&quot; title=&quot;Génocide grec pontique&quot;&gt;Génocide grec pontique&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Liens_externes&quot; id=&quot;Liens_externes&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Liens externes&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=9&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Liens externes&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://barthes.ens.fr/clio/revues/AHI/livres/pontiq.html&quot; class=&quot;external text&quot; title=&quot;http://barthes.ens.fr/clio/revues/AHI/livres/pontiq.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Grecs pontiques&amp;nbsp;: Diaspora, identité, territoires (présentation d'un ouvrage collectif sur le sujet)&lt;/a&gt; (&lt;a href=&quot;http://www.cnrs.fr/Cnrspresse/Archives/n362a6.htm&quot; class=&quot;external text&quot; title=&quot;http://www.cnrs.fr/Cnrspresse/Archives/n362a6.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;recension et présentation&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.haiduts.net/article.php?sid=38&quot; class=&quot;external text&quot; title=&quot;http://www.haiduts.net/article.php?sid=38&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Omer Asan: Greek-speaking writer from Turkey and a guide to the Pontian culture, Tuesday April 25 2000 International Herald Tribune&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.e-grammes.gr/2002/02/pontos_en.htm&quot; class=&quot;external text&quot; title=&quot;http://www.e-grammes.gr/2002/02/pontos_en.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Nikos Doukas, The Pontian muslims at the target of Turkey&lt;/a&gt; (informatif, mais point de vue nationaliste grec)&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ocena.info/&quot; class=&quot;external text&quot; title=&quot;http://www.ocena.info&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Vahit Tursun, Site in pontic dialect with latin letters (also in turk). Continuous pontic music&lt;/a&gt; (Site époustouflant! Chat et forum en pontique, grec et turc permettant aux pontiques venus en Grèce de dialoguer avec les pontiques restés en Turquie dans leur langue natale.)&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;p&gt;&lt;a name=&quot;Bibliographie&quot; id=&quot;Bibliographie&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;h3&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot;&gt;Bibliographie&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-size: xx-small; font-weight: normal; float: none&quot; class=&quot;editsection&quot;&gt;[&lt;a href=&quot;http://fr.wikipedia.org/w/index.php?title=Pontiques&amp;amp;action=edit&amp;amp;section=10&quot; title=&quot;Modifier la section&amp;nbsp;: Bibliographie&quot;&gt;modifier&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt; &lt;ul&gt; &lt;li&gt;AGTSIDIS V., Asie centrale et Sibérie territoires de la déportation.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;BRUNEAU M., Diaspora grecque pontique et Grecs de l'ex-URSS.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;BRUNEAU M., Les monastères pontiques en Macédoine, marqueurs territoriaux de la diaspora.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;BRUNEAU M. Conclusion, entre Europe et Asie.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;CHARATSIDIS E., Les Grecs d'Arménie et de Kars aux xixƒ et xxƒ siècle.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;COUNILLON P., Les Grecs du Pont dans le royaume de Mithridate.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;DRETTAS G., La langue pontique comme objet identitaire: questions de représentations.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;ELOEVA F., Les Grecs turcophones de Géorgie. Territoires et tradition orale à Tsalka et Tetriskaro.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;FOTIADIS k., Les Grecs de l'ex-URSS, genèse d'une diaspora&lt;/li&gt; &lt;li&gt;GALKINA T., Les Grecs de la province de Stavropol. Origine historique et processus actuels de peuplement.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;KOLOSSOV V, GALKINA T., KRINDATCH A., Les Grecs du sud de la Russie et du Caucase. Peuplement, répartition territorialité.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;LAFAZANI P., MYRIDIS M, L'installation des Grecs du Pont en Macédoine. Le cas du département de Kilkis.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;NOTARAS G., État et société hellenique face au problème pontique.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;PRÉVÉLAKIS G., Pourquoi les Grecs pontiques.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;TSATSANIDIS P., Les communautés grecques et leurs territoires en Géorgie (XIXƒ et XXƒ siècle).&lt;/li&gt; &lt;li&gt;VERGETI M., L'identité pontique en Grèce. Le lien des générations avec leur territoire de référence.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;XANTHOPOULOU-KYRIAKOU A., Émigration d'émigrants. Du Caucase russe à la Macédoine&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; 
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        <title>LES SERVICES DE SUPPORT ET AUTRES FONCTIONS</title>
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        <updated>2008-05-05T01:04:22+02:00</updated>
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           &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#808000&quot; face=&quot;Colonna MT&quot; size=&quot;5&quot;&gt;LES SERVICES DE SUPPORT ET AUTRES FONCTIONS&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;44%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-porteurdO-40-30.jpg&quot; alt=&quot;Saka, les porteurs d'eau de l'armée ottomane&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;294&quot; width=&quot;291&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width=&quot;56%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les services de support les plus importants présents dans l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; des janissaires étaient les &lt;i&gt;cebecis&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;armuriers&amp;nbsp;&quot; et les &lt;i&gt;saka&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;distributeurs d’eau&amp;nbsp;&quot;, ces derniers accompagnant les soldats au cœur de la bataille et s’occupant des blessés. Les &lt;i&gt;cebecis&lt;/i&gt; fabriquaient, réparaient et distribuaient les armes et ils formaient aussi une unité totalement opérationnelle. En 1574, ils étaient une petite élite de 625 hommes qualifiés rattachés à l’artillerie mais plus tard leurs nombres augmentèrent significativement, à tel point que les grandes garnisons comptaient des &lt;i&gt;cebecis&lt;/i&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Le personnel de support non-combattant comptait dans l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; 100 &lt;i&gt;yazici&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;scribes&amp;nbsp;&quot;, menés par le &lt;i&gt;yeiçeri kâtibi&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;secrétaire des janissaires&amp;nbsp;&quot; ainsi que l’&lt;i&gt;oda yazici&lt;/i&gt; en apparence isolée ou &quot;&amp;nbsp; es scribes des dortoirs&amp;nbsp;&quot; qui, sous l’autorité du bas yazici (&quot;&amp;nbsp;chef des clercs&amp;nbsp;&quot;), s’occupaient de la paperasserie d’une orta.&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; width=&quot;54%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ensuite il y avait le kârhane, qui correspondait à l’origine à 34 petites compagnies d’artisans habiles placées sous les ordres d’un &lt;i&gt;usta&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;maître&amp;nbsp;&quot;. Le &lt;i&gt;kârhane&lt;/i&gt; partait en campagne et jouissait de quelques-unes des prérogatives de l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; des janissaires. Cette profession civile ou ces guildes commerçantes augmentèrent rapidement et devinrent connues comme l’&lt;i&gt;ordu esnaf&lt;/i&gt; ou ses artisans d’armée. En réalité, une armée ottomane engagée dans une campagne majeure était suivie par des tondeurs pour la laine, des artisans pour fabriquer les épées, confectionner les arcs, des selliers, des marchands de lin, des cordonniers, des barbiers, des maréchaux-ferrants, des fabricants de bougies, des marchands qui vendaient des têtes de mouton cuisinées, des fabricants de talons de chaussures en métal, des pharmaciens, des fabricants de bonnets en peau de chèvre, des fabricants de chaussons, des fabricants de caftans, des marchants de soie, des couturiers pour les pantalons, des bronzeurs, des étameurs et des boulangers, parmi tant d’autres. A la fin du XVIIIè siècle, ils occupaient une place permanente et la plupart se revendiquait janissaires, réclamant une solde complète.&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width=&quot;46%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-support-40-30.jpg&quot; alt=&quot;Les troupes de support de l'armée ottomane&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;409&quot; width=&quot;308&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;46%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;1- Porteur d'eau de l'orta Sakasi.&lt;br /&gt; 2- Cuisinier de l'armée avec la marmite, symbole des &quot;orta&quot; janissaires.&lt;br /&gt; 3- Jeune officier d'une orta du corps des Bostanci.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;46%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-musique-40-30.jpg&quot; alt=&quot;Méthèri (orchestre) ottomane&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;403&quot; width=&quot;308&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; width=&quot;54%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Une autre caractéristique particulière de l’armée ottomane était sa &lt;i&gt;mehterhane&lt;/i&gt; ou sa fanfare militaire&amp;nbsp;; l’Empire ottoman fut le premier en Europe à se doter d’une organisation musicale militaire en permanence. Une &lt;i&gt;mehterhane&lt;/i&gt; était constituée d’ensembles, chacun normalement doté d’un tambour, de timbales, d’une clarinette, d’une trompette et de cymbales. La fanfare personnelle du Sultan avait neuf de ses ensembles, celle du &lt;i&gt;yeniçeri&lt;/i&gt; &lt;i&gt;agasi&lt;/i&gt; sept, et chaque régiment ou garnison en avait une plus petite. Une &lt;i&gt;mehterhane&lt;/i&gt; se tenait debout suivant une forme de croissant&amp;nbsp;; seule celui qui s’occupaient des timbales était assis. On jouait des grands &lt;i&gt;kös&lt;/i&gt; ou tambours de guerre sur le dos des chameaux, et une &lt;i&gt;mehterhane&lt;/i&gt; pouvait être entièrement montée. Les instruments étaient fabriqués et entretenus par 150à 200 spécialistes, la plupart, des grecs et des arméniens, habitaient près du palais de Topkapi. (Les chanteurs &lt;i&gt;çevgani&lt;/i&gt; qui sont toujours une attraction touristique à Istanbul ne furent adjoints à la &lt;i&gt;mehterhane&lt;/i&gt; qu’à la fin du XVIIIè siècle.) La &lt;i&gt;mehterhane&lt;/i&gt; jouait des &quot;&amp;nbsp;airs d’Afrasiyab&amp;nbsp;&quot;, en d’autres termes de la music militaire perse et d’après le voyageur turc pittoresque Evliya Celebi en 1638&amp;nbsp;: &quot;&amp;nbsp;…cinq cent trompettistes produisirent un son tel que la planète Venus commença à danser et les cieux réverbéraient… Tous ces joueurs de tambour, de timbales et de cymbales défilaient tous ensemble en tapant sur leurs différentes sortes d’instruments dans une rythmique à l’unisson comme l’armée de Chama-Pur (l’adversaire bien connu d’Alexandre le Grand) le faisait.&amp;nbsp;&quot;&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;46%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;1- Joueur de clarinette, caractéristique d'une méhtèri ottomane.&lt;br /&gt; 2- Chef d'une section de tambour montés sur dromadaires.&lt;br /&gt; 3- Mehterbashi Aga, chef d'une méhtèri.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les forces d’infanterie ottomanes remplissaient d’autres fonctions que le combat. En hiver les janissaires travaillaient sur les chantiers de construction, le rang moyen des &lt;i&gt;amelimanda&lt;/i&gt; avait la responsabilité de l’entretien du système vital des aqueducs d’Istanbul. Avec de telles activités les janissaires étaient, et ce n’est pas surprenant, des soldats du génie efficaces en campagne. Dès le début, l’infanterie plaçait des garnisons dans les villes nouvellement conquises&amp;nbsp;; les Janissaires prenaient habituellement le pouvoir dans les citadelles pendant que les &lt;i&gt;azap&lt;/i&gt; occupaient les bas quartiers de la ville&amp;nbsp;; Les citadelles et les forteresses devaient par la suite être approvisionnées en nourriture et en munitions, et les janissaires occupants ne devaient pas être soumis par la faim. Néanmoins, les Ottomans faisaient peu de cas des fortifications jusqu’à la seconde partie du XVIè siècle, lorsque les frontières commençaient à être stables.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A partir de là, l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; des janissaires fut disséminé à travers l’Empire dans les &lt;i&gt;korocu&lt;/i&gt; (garnison) &lt;i&gt;ortas&lt;/i&gt; qui, normalement faisaient des tournées d’intendance pendant neuf mois avant de rentrer sur la capitale. Mais, alors que le corps des janissaires augmentait en nombre, la majorité de ses &lt;i&gt;ortas&lt;/i&gt; s’installèrent dans les provinces de manière définitive, sous le commandement des gouverneurs locaux. Ils développèrent des intérêts et des fidélités sur un plan local, qui géraient même l’administration locale et, à la longue, ils devenaient même une source d’agitation eux-mêmes. Pendant ce temps on laissait aux auxiliaires volontaires &lt;i&gt;yamak&lt;/i&gt; d’une valeur militaire douteuse la responsabilité des garnisons vitales du Bosphore au XVIIIè siècle.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;70%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Différentes formes de garnisons provinciales se développèrent au sein de l’Empire. Par exemple les &lt;i&gt;hükûmet&lt;/i&gt; &lt;i&gt;sancak&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;provinces héréditaires autonomes&amp;nbsp;&quot; de l’Anatolie orientale étaient gouvernées par des princes de tribu, appuyés par les &lt;i&gt;ortas&lt;/i&gt; de janissaires. En Irak et en Syrie les Janissaires devinrent l’élite locale. Les descendants des premières garnisons furent assimilés à la population qui parlait arabe et devinrent les rivaux acharnés des &lt;i&gt;ortas&lt;/i&gt; envoyées plus tard pour renforcer le contrôle du gouvernement central. La grande armée ottomane stationnée en Egypte développa de la même manière une forme de patriotisme local mais les &lt;i&gt;ortas&lt;/i&gt; égyptiennes restèrent loyales envers l’Empire et menaient des campagnes loin de chez eux, combattant en Italie (1619-1620), au Yémen (1631-1632) et en Arménie (hiver 1616). Même les petits territoires contrôlés par les Ottomans de l’Erythrée, du Yémen et de la côte du golfe persique avaient des petites garnisons, alors que les provinces ottomanes virtuellement indépendantes de l’Afrique du Nord levaient leurs propres &lt;i&gt;oçaks&lt;/i&gt; de janissaires.&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width=&quot;30%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-2.jpg&quot; alt=&quot;Veneur du sultan, XVIII ème siècle&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;256&quot; width=&quot;190&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les fonctions d’ordre public remplies par les Janissaires devinrent en définitive plus importantes que leur rôle militaire. Le yeniçeri agasi était aussi le chef de la police de la capitale&amp;nbsp;; ses propres janissaires et ceux du cebecibasi et du topçubasi patrouillaient dans Istanbul et Galata, et les bostancis faisaient la police dans les banlieues. Si ces unités partaient en campagne, l’acemi oglan orta ou &quot;&amp;nbsp;bataillons d’entraînement&amp;nbsp;&quot; prenaient la relève du maintien de l’ordre.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Une unité de 300 hommes était employée pour protéger une flotte de 80 à 100 bateaux de transport sur les rivières de Morava et de Nisava, basée à Nis. Des janissaires avaient toujours servi sur les bateaux de guerre ottomans, et au début du XVIIè siècle la plupart des galères ottomanes semblaient transporter huit janissaires et six autres soldats, recrutés majoritairement dans les îles égéennes et armés de fusils à mèches, d’arcs et d’un canon léger. Les janissaires qui s’occupaient de la marine étaient triés parmi le rang des &quot;&amp;nbsp;pensionnés&amp;nbsp;&quot; ou &lt;i&gt;otturak&lt;/i&gt; plus âgés, plus expérimentés mais moins alertes, tandis que les autres soldats de la marine comportaient des &lt;i&gt;sipahis&lt;/i&gt; (prétendument de la &quot;&amp;nbsp;cavalerie féodale&amp;nbsp;&quot;), des &lt;i&gt;kur’aci&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;conscrits&amp;nbsp;&quot; et des &lt;i&gt;ulûfeci&lt;/i&gt; ou soldats &quot;&amp;nbsp;salariés&amp;nbsp;&quot;. Loin à l’Ouest, à Alger, l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; janissaire virtuellement indépendant fournissait la base politique de corsaires célèbres comme Hayruddin Barbarossa. Ils étaient initialement levés pour participer aux affaires lucratives de la guerre marine ou à la piraterie, comme l’appelaient leurs adversaires européens.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/HISTOIRE-OTTOMANS-services.htm&lt;/p&gt; 
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        <title>LES AUTRES FORCES D’INFANTERIE</title>
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        <updated>2008-05-05T01:00:59+02:00</updated>
        <published>2008-05-05T01:00:59+02:00</published>
        <summary>    LES AUTRES FORCES D’INFANTERIE     &amp;nbsp;    Les premières formations...</summary>
        <content type="html" xml:base="http://janissaire.hautetfort.com/">
           &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#808000&quot; face=&quot;Colonna MT&quot; size=&quot;5&quot;&gt;LES AUTRES FORCES D’INFANTERIE&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les premières formations d’infanterie ottomane mais aussi celles parmi celles qui eurent une brève existence étaient les &lt;i&gt;yaya&lt;/i&gt; et les &lt;i&gt;piyade&lt;/i&gt; du début du XIVè siècle. Les premiers étaient des Turcs à qui l’on donnait des terres à leur retour du service militaire ou après avoir servi dans les fonctions de défense locales en Roumélie (dans les Balkans), les seconds étaient comparables à des clérouques (soldats fermiers) en Anatolie, même s’il y avait parmi eux des nomades. Les &lt;i&gt;yaya&lt;/i&gt; étaient commandés par les &lt;i&gt;ceribasi&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;meneurs de soldats&amp;nbsp;&quot; , sous l’autorité des gouverneurs provinciaux ou &lt;i&gt;yürük&lt;/i&gt; &lt;i&gt;begs&lt;/i&gt;. Ils étaient organisés en unités &lt;i&gt;oçaks&lt;/i&gt; rudimentaires de 30 hommes chacune, cinq d’entre eux faisaient leur service en rotation tandis que les autres les aidaient financièrement. L’idée que ces &lt;i&gt;yaya&lt;/i&gt; étaient groupés en unités de dix est vraisemblablement un mythe.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; height=&quot;573&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td bordercolor=&quot;#000000&quot; align=&quot;center&quot; height=&quot;485&quot; valign=&quot;middle&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-auxiliaire-40-30.jpg&quot; alt=&quot;Auxiliaires ottomans&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;502&quot; width=&quot;336&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;licenciés&amp;nbsp;&quot; étaient une formation qui eut plus de succès et devint un concurrent acharné de l’élite de l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; janissaire. Un &lt;i&gt;Azap&lt;/i&gt; était un volontaire, recruté à l’origine parmi les Turcs anatoliens, qui ne recevait une solde que pendant la campagne et qui pouvait partir quel que soit le moment désiré. Un grand nombre d’&lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; servaient dans la marine dans les différents &lt;i&gt;beyliks&lt;/i&gt; turcs au XIVè siècle. Ils étaient armés de masses, d’arcs (tirant souvent des fléchettes courtes &lt;i&gt;zemberek&lt;/i&gt; à l’aide de guide-flèches) et plus occasionnellement d’arbalètes çagra&amp;nbsp;; et ils adoptèrent rapidement des fusils &lt;i&gt;tüfek&lt;/i&gt;. Selon le chroniqueur byzantin Dukas, la première garnison de Gallipoli en 1421-1422 consistait en &quot;&amp;nbsp;&lt;i&gt;gasmouli&lt;/i&gt; légèrement armés&amp;nbsp;&quot;, ce qui indiquaient que les soldats étaient d’origine métisse de Grèce et d’Europe occidentale. Les rapports ottomans se référaient toujours à deux unités de musulmans parlant grec sur Gallipoli en 1474, probablement des &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; plutôt que des janissaires. L’une était composée de rameurs, l’autre d’archers &lt;i&gt;zenberekciyan&lt;/i&gt; qui défendaient le château. Les quatre autres unités, vraisemblablement turques, de Gallipoli comportaient une unité d’&lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; navals.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Sur terre, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; se battaient comme archers mais ils étaient essentiellement employés comme gardes ou factionnaires. Au XVIè siècle ils déclinèrent et furent de simples porteurs de munitions, des pionniers et des sapeurs et furent absorbés par les &lt;i&gt;cebeci&lt;/i&gt; janissaires comme porteurs. Cependant, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; se plurent ensuite dans leur nouvelle vie. A partir de la fin du XVIè siècle, tous les hommes musulmans des régions frontalières étaient susceptibles de se faire engagés comme &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;, armés de fusils à mèches et de sabres, un homme sur 20 ou 30 foyers étant pris en charge financièrement par les autres. Ils étaient ensuite répartis sur des &lt;i&gt;kale azapi&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;forteresse d’&lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&quot;) ou &lt;i&gt;deniz azapi&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;des &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; navals&amp;nbsp;&quot;) suivant le lieu où ils habitaient.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Sur terre, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; se battaient comme archers mais ils étaient essentiellement employés comme gardes ou factionnaires. Au XVIè siècle ils déclinèrent et furent de simples porteurs de munitions, des pionniers et des sapeurs et furent absorbés par les &lt;i&gt;cebeci&lt;/i&gt; janissaires comme porteurs. Cependant, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; se plurent ensuite dans leur nouvelle vie. A partir de la fin du XVIè siècle, tous les hommes musulmans des régions frontalières étaient susceptibles de se faire engagés comme &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;, armés de fusils à mèches et de sabres, un homme sur 20 ou 30 foyers étant pris en charge financièrement par les autres. Ils étaient ensuite répartis sur des &lt;i&gt;kale azapi&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;forteresse d’&lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&quot;) ou &lt;i&gt;deniz azapi&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;des &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; navals&amp;nbsp;&quot;) suivant le lieu où ils habitaient.&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height=&quot;80&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;i&gt;1- Tirailleurs bosniaque. Les frontières européenne de l'Empire Ottoman étaient en permanance gardées par les villageois musulmans des balkans armée de longue arme à feu.&lt;br /&gt; 2- Sipahi mamelouk d'Egypte.&lt;br /&gt; 3- Dervish bektashi. Ces religieux galvanisés les troupes ottomanes et plus particulièrement les janissaires auxquels ils étaient très atachés.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; height=&quot;306&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; height=&quot;302&quot; width=&quot;63%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;L’histoire des &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; est encore plus variée. Ils étaient essentiellement recrutés chez les vassaux chrétiens des Balkans de l’Empire ottoman, suivant un système datant d’avant l’invasion turque, même s’il semble concerner les musulmans de la première heure. La plupart d’entre eux était de la cavalerie lourde, mais il y avait aussi des fantassins. Leurs rangs étaient composés largement de serbes et de bulgares slaves, ainsi que d’hommes parlant valach ou roumain. Comme de nombreux auxiliaires ottomans, un voynuq était soutenu par d’autres foyers connus comme &lt;i&gt;gönder&lt;/i&gt;, un terme dérivant probablement du mot grec kontarion qui veut dire lance. Les &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; avaient leurs propres officiers &lt;i&gt;çeribasi&lt;/i&gt; placés sous le commandement général du &lt;i&gt;voynuq&lt;/i&gt; &lt;i&gt;beyi&lt;/i&gt;, et ils étaient accompagnés des servants &lt;i&gt;yamaks&lt;/i&gt; ou des subordonnés. Même si les &lt;i&gt;voynuks&lt;/i&gt; n’avaient pas d’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; ni de structure de corps, ils disposaient d’une réserve d’inscrits qui complétait leur effectif. Au XVè siècle des voynuqs remplissaient des tâches supplémentaires comme s’occuper des troupeaux de chevaux de cavalerie en Bulgarie. Les &lt;i&gt;dogancis&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;fauconniers&amp;nbsp;&quot;) étaient semblables à ces &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; et élevaient des faucons pour la cour impériale. Dans un autre lieu, les nomades chrétiens valachs jouissaient de privilèges spéciaux pour avoir servi l’Empire ottoman comme &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; de frontière, guides, garde ou pour avoir mené des raids. La principauté autonome roumaine de Moldavie approvisionnait aussi les &lt;i&gt;voynuks&lt;/i&gt; durant le XVIè siècle.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Le rôle de l’infanterie des principautés roumaines éclaire de manière intéressante un aspect peu connu de l’organisation militaire ottomane. Parce que la Moldavie, la Valachie et la Transylvanie préservaient leur autonomie depuis bien longtemps, leur héritage militaire d’avant l’invasion ottomane continua de se développer. Dans ces trois parties qui forment maintenant la Roumanie, des gouverneurs locaux levèrent, entraînèrent et équipèrent une infanterie compétente alors qu’une déferlante ottomane se préparait. Cette infanterie comptait dans ses rangs des mercenaires italiens professionnels afin de donner de la vitalité aux milices urbaines assoupies par les garnisons royales.&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt;&lt;/td&gt; &lt;td height=&quot;200&quot; width=&quot;37%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-azabs-40-30.jpg&quot; alt=&quot;Infanterie ottomane&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;417&quot; width=&quot;317&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height=&quot;39&quot; width=&quot;37%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;i&gt;1- Lévantin.Fin XVI ème siècle.&lt;br /&gt; 2- Sekbanbashi, officier du corps des Sekban.&lt;br /&gt; 3- Azap, XVI et XVII ème siècle. Certains manuscrits suggèrent des caftans verts, mais il est fortement probable qu'il y ait eu de nombreuses variations de couleurs.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ils utilisaient les dernières armes de l’infanterie médiévale, parmi lesquelles il y avait un ensemble d’objets crochus employé contre la cavalerie, un moyen rapidement adopté par les janissaires. Dans le même temps, les archers armés d’arcs composites de style asiatique sont remplacés progressivement par des mousquetaires habiles dans tout ce qui est guérilla. En fait la Valachie et la Moldavie continuèrent de recruter une infanterie professionnelle armée d’arquebuses parmi les Bulgares chrétiens au sud, parmi les Serbes à l’ouest, parmi les Polonais et les Cosaques au nord. L’influence militaire des Ottomans se ressentait aussi dans les milices d’infanterie &lt;i&gt;dorubanti&lt;/i&gt; qui s’appuyait sur les &lt;i&gt;derbentçi&lt;/i&gt; turcs ou &quot;&amp;nbsp;gardes de frontière&amp;nbsp;&quot;.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-voynuk-25-25.jpg&quot; alt=&quot;Principales troupes ottomanes au XV ème siècle&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;455&quot; width=&quot;353&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;L’Empire ottoman hérita d’autres formations militaires intéressantes du sud des Balkans&amp;nbsp;; par exemple les mercenaires catalans ex-byzantins ou leurs descendants ont été enregistrés dans l’activité militaire ottomane dans les années 1380. Des arbalétriers européens, mercenaires ou des vassaux, et l’infanterie génoise armée de haches issue de divers avant-postes coloniaux faisaient partie de ceux qui furent impliqués dans la guerre civile ottomane de 1421-1422. Des juifs et des musulmans se joignirent à l’Empire et firent échouer une attaque italienne menée sur l’île de Chios en 1599, et à partir de là, eux et seulement eux au contraire des chrétiens grecs locaux furent admis dans la citadelle de l’île. Plus loin au nord, de nombreux &quot;&amp;nbsp;hérétiques&amp;nbsp;&quot; bogomiles de Bosnie aidèrent les ottomans dans les invasions menées contre leurs oppresseurs chrétiens.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Dans d’autres lieux, les Ottomans employaient les forces locales déjà existantes comme troupes de garnison, évitant ainsi d’engager leurs propres soldats. Par exemple les &lt;i&gt;Martolos&lt;/i&gt; grecs étaient à l’origine des irréguliers byzantins. Au début du XVè siècle les Ottomans les reconnurent comme &lt;i&gt;nizam&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;vrais soldats&amp;nbsp;&quot; et les payaient pour surveiller les bandits de la montagne grecque Klepht. Pendant le XVIè siècle les &lt;i&gt;Martolos&lt;/i&gt; formaient une partie significative des garnisons de Serbie, de Bosnie, d’Herzégovine et même de Hongrie. Au XVIIIè siècle ils avaient des mousquets, des pistolets, des épées et des dagues et étaient dirigés par les &lt;i&gt;kapitanos&lt;/i&gt; héréditaires. On accorda aux personnalités religieuses grecques d’un certain âge le droit d’avoir leurs propres &lt;i&gt;kapoi&lt;/i&gt; ou serviteurs armés. Les &lt;i&gt;müsellems&lt;/i&gt; étaient initialement une cavalerie féodale et même s’il furent rétrogradés en milices d’infanterie inefficaces, ils conservèrent une structure de corps du type &lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt;. Les &lt;i&gt;gönüllüyan&lt;/i&gt; étaient une milice de volontaire plus tardive composée de cavaliers et de fantassins levés à la fois parmi les musulmans et les chrétiens, payés avec les taxes locales et employés pour mettre en garnisons les châteaux du coin.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;i&gt;1- Voynuk, auxiliaire valaque, vers 1500.&lt;br /&gt; 2- Archer janissaire de la garde du sultan (chausures jaunes), XV ème siècle.&lt;br /&gt; 3- Marin magrebin du début du XVI ème siècle, équipé de l'arbalète caractéristiques de la marine maure.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Pendant des années le gouvernement ottoman tenta d’empêcher la raya, un groupe non militaire de la population, d’acquérir des armes à feu. Même les auxiliaires &lt;i&gt;derbentçi&lt;/i&gt; reconnus (officiellement) n’avaient pas l’autorisation d’avoir des fusils, jusqu’à ce qu’une terreur grandissante inspirée par les bandits armés rende ceci indispensable. Les &lt;i&gt;derbentçi&lt;/i&gt; ottomans organisés firent vraiment leur apparition au milieu du XVè siècle et comportaient initialement aussi bien des chrétiens &lt;i&gt;martolos&lt;/i&gt; que des nomades turcs &lt;i&gt;yörük&lt;/i&gt;, des hommes des tribus turcomanes d’Anatolie et des chrétiens &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; des Balkans. Ils s’organisaient en unités de 25 à 30 hommes locaux qui mettaient en place des garnisons sur des forts tout petits dans les endroits stratégiques ou vulnérables, et ce système dut certainement se répandre largement jusqu’à ce que l’autorité du gouvernement centrale fut sur le déclin. On trouvait même des &lt;i&gt;derbentçi&lt;/i&gt; dans le Khanate tartare autonome de la Crimée, au nord de la Mer Noire. Les Tartares de Crimée présentaient aussi une petite force d’infanterie armée de mousquets. Certains étaient des hommes de tribu trop pauvres pour posséder un cheval&amp;nbsp;; d’autres formaient une élite de 20 compagnies de cavalerie montée ou &lt;i&gt;sebkans&lt;/i&gt;, recrutées parmi les villageois de la péninsule criméenne.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; width=&quot;57%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Le conservatisme grandissant de la pensée militaire ottomane garantissait le fait que, lorsqu’une nouvelle force d’infanterie était levée, on lui donnât un nom traditionnel. Comme conséquence, l’infanterie &lt;i&gt;sekban&lt;/i&gt; de la fin du XVIè siècle jusqu’au XVIIIè siècle n’avait pas de connexion réelle avec l’ancienne division &lt;i&gt;sekban&lt;/i&gt; de l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; janissaire. Les nouveaux &lt;i&gt;sekbans&lt;/i&gt; étaient une réponse à l’insuffisance aiguë de l’armée ottomane de troupes de mousquetaires face à leurs ennemies toujours plus forts. Les populations raya musulmanes et supposées non militaires de Dalmatie, d’Albanie, de Bosnie et d’Anatolie étaient alors recrutées en nombre croissant, nombre d’entre elles était de l’infanterie montée. Au début du XVIIè siècle, les nouveaux &lt;i&gt;sekbans&lt;/i&gt; s’organisaient, sur une base régulière, en unités &lt;i&gt;bölüks&lt;/i&gt; de 50 à 100 hommes, payées pour la plupart comme armées privées par les gouverneurs des provinces. Chaque unité avait à sa tête un &lt;i&gt;bölük&lt;/i&gt; &lt;i&gt;basi&lt;/i&gt;, placé sous le commandement général d’un &lt;i&gt;bas&lt;/i&gt; &lt;i&gt;bölük&lt;/i&gt; &lt;i&gt;basi&lt;/i&gt;, de tels officiers étaient choisis au début parmi l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; des janissaires. Théoriquement ils pouvaient être débandés quand leur &lt;i&gt;bölüm&lt;/i&gt; ou commission retraitait, mais en réalité ils étaient rarement placés sous le contrôle du gouvernement central. Par la suite, ils devinrent l’infanterie la plus efficace dans l’Empire, surpassant les Janissaires décadents. D’autres unités semblables étaient connues comme &lt;i&gt;sarica&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;guêpes&amp;nbsp;&quot;, et tous étaient susceptibles d’être d’excellents tireurs d’élite, peut-être parce qu’ils étaient des chasseurs ou des bandits avant de devenir des soldats. Comme les &lt;i&gt;sekbans&lt;/i&gt; et les &lt;i&gt;sarica&lt;/i&gt;, les forces &lt;i&gt;levent&lt;/i&gt; ressuscitées de la fin du XVIè siècle étaient des musulmans armés avec des mousquets, des épées et plus tard de pistolets. Ils étaient soi-disant recrutés parmi les bandits en Anatolie semblent n’avoir aucun lien avec les premières forces &lt;i&gt;levent&lt;/i&gt; de la marine du XIVè siècle. Il y avait une autre force nouvelle d’infanterie montée, les &lt;i&gt;tüfekçis&lt;/i&gt;, qui apparurent au XVIè siècle et qui comptèrent parmi les troupes les plus efficaces de l’armée ottomane aux XVIIè et XVIIIè siècles. Néanmoins, c’était un corps régulier, avec comme uniformes des manteaux courts rouges et des grands chapeaux rouges.&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width=&quot;43%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-tufekshi-35-30.jpg&quot; alt=&quot;Auxiliaires et gardes ottomans&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;492&quot; width=&quot;367&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;43%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;1- Tüfektchi, milieu XVII ème siècle. Tirailleurs ottoman.&lt;br /&gt; 2- Peyk, fin XVII ème siècle. &quot;Estafette&quot; ou courrier du sultan, chargé de porter les ordre à ses subalternes.&lt;br /&gt; 3- Kapukulu, début XVII ème siècle. Cavalier d'élite de la garde ottomane.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Des incursions brutales menées par les armées autrichiennes catholiques montraient que, dans bien des endroits des Balkans, les chrétiens orthodoxes apportaient encore une aide militaire aux Ottomans assiégés. Une résistance véhémente était même créditée aux musulmans parlant le slave, de Bosnie, où différentes sortes d’infanterie locale comme le &lt;i&gt;panduk&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;tireurs d’élite&amp;nbsp;&quot;, et l’&lt;i&gt;eflak&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;mousquetaires&amp;nbsp;&quot; firent leur apparition. En Syrie et en Irak un appareil extraordinaire de formations irrégulières et de mercenaires apparut aux XVIIè et XVIIIè siècles. A Damas, elles comportaient les &lt;i&gt;levent&lt;/i&gt;, une infanterie montée qui était des turcs au début mais qui devint par la suite des kurdes, des &lt;i&gt;sekbans&lt;/i&gt; - des Turcs de l’Anatolie orientale, &lt;i&gt;Maghâriba&lt;/i&gt; -, des arabes algériens qui étaient généralement employés pour défendre les caravanes de pèlerins se dirigeant vers la Mecque, et des &lt;i&gt;tüfekçi&lt;/i&gt; - des kurdes qui formait une petite élite de bons tireurs. Chacune d’entre elles avait une organisation, une fidélité au corps, un commandement, des casernes qui lui étaient propre et des habits caractéristiques. En plus de quoi, il y avait les &lt;i&gt;ashir&lt;/i&gt; - des auxiliaires syriens commandés par des chefs locaux ou de tribu, qui incluaient des milices urbaines issues de tous les groupes religieux. Toutefois le terme &lt;i&gt;arab&lt;/i&gt; n’était utilisé que pour les auxiliaires bédouins qui jouaient un rôle militaire important à l’est du Jourdain, de l’Oronte et du Litani.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;La situation en Egypte était généralement plus calme, même si la rivalité entre différentes unités dégnérait souvent en émeutes. Il y avait sept corps dans la garnison du Caire, à laquelle il faut ajouter des formations irrégulières variées qui, d’après les écrits arabes, étaient connues comme&amp;nbsp;: les Janissaires, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;, le &lt;i&gt;sarrâj&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;sarica&lt;/i&gt;), le &lt;i&gt;yuldâsh&lt;/i&gt; (issu des &lt;i&gt;yoldas&lt;/i&gt; ou soldats janissaires), les irréguliers &lt;i&gt;maghribi&lt;/i&gt;, le &lt;i&gt;jamâkiya&lt;/i&gt; (du &lt;i&gt;yamak&lt;/i&gt;, de servants de janissaires), le &lt;i&gt;tufenkiya&lt;/i&gt;, le &lt;i&gt;jarâkisa&lt;/i&gt; (issu du &lt;i&gt;yürük&lt;/i&gt;, des hommes des tribus turques), le &lt;i&gt;shâwûshiya&lt;/i&gt; (issu du &lt;i&gt;cavus&lt;/i&gt;, des sergents janissaires), le &lt;i&gt;mutafarriqa&lt;/i&gt; (issu du &lt;i&gt;müteferrika&lt;/i&gt;, les gardes du palais ottoman), le &lt;i&gt;gönüllü&lt;/i&gt; ou des &quot;&amp;nbsp;volontaires&amp;nbsp;&quot; qui étaient encore assimilables à des turcs. En période de tension, les unités plus petites s’alliaient de préférence avec les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; contre les janissaires dominateurs. En Afrique du Nord les Janissaires, bien qu’ils formassent un corps &lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; séparé, préservaient leur identité turque pendant plusieurs siècles. Leurs grands rivaux étaient les &lt;i&gt;tâ’ifat al ru’sâ&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;des milices de capitaines corsaires&amp;nbsp;&quot; qui étaient à la base des troupes de marine. &lt;i&gt;Ces tâ’ifat al ru’sâ&lt;/i&gt; étaient composés de turcs mais la majorité était des arabes et des berbères, des indigènes de l’Afrique du Nord.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/HISTOIRE-OTTOMANS-infanterie.htm&lt;/p&gt; 
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        <title>LES AUTRES FORCES D’INFANTERIE</title>
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        <updated>2008-05-05T00:59:18+02:00</updated>
        <published>2008-05-05T00:59:18+02:00</published>
        <summary>    LES AUTRES FORCES D’INFANTERIE     &amp;nbsp;    Les premières formations...</summary>
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           &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#808000&quot; face=&quot;Colonna MT&quot; size=&quot;5&quot;&gt;LES AUTRES FORCES D’INFANTERIE&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les premières formations d’infanterie ottomane mais aussi celles parmi celles qui eurent une brève existence étaient les &lt;i&gt;yaya&lt;/i&gt; et les &lt;i&gt;piyade&lt;/i&gt; du début du XIVè siècle. Les premiers étaient des Turcs à qui l’on donnait des terres à leur retour du service militaire ou après avoir servi dans les fonctions de défense locales en Roumélie (dans les Balkans), les seconds étaient comparables à des clérouques (soldats fermiers) en Anatolie, même s’il y avait parmi eux des nomades. Les &lt;i&gt;yaya&lt;/i&gt; étaient commandés par les &lt;i&gt;ceribasi&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;meneurs de soldats&amp;nbsp;&quot; , sous l’autorité des gouverneurs provinciaux ou &lt;i&gt;yürük&lt;/i&gt; &lt;i&gt;begs&lt;/i&gt;. Ils étaient organisés en unités &lt;i&gt;oçaks&lt;/i&gt; rudimentaires de 30 hommes chacune, cinq d’entre eux faisaient leur service en rotation tandis que les autres les aidaient financièrement. L’idée que ces &lt;i&gt;yaya&lt;/i&gt; étaient groupés en unités de dix est vraisemblablement un mythe.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; height=&quot;573&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td bordercolor=&quot;#000000&quot; align=&quot;center&quot; height=&quot;485&quot; valign=&quot;middle&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-auxiliaire-40-30.jpg&quot; alt=&quot;Auxiliaires ottomans&quot; align=&quot;left&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;502&quot; width=&quot;336&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;licenciés&amp;nbsp;&quot; étaient une formation qui eut plus de succès et devint un concurrent acharné de l’élite de l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; janissaire. Un &lt;i&gt;Azap&lt;/i&gt; était un volontaire, recruté à l’origine parmi les Turcs anatoliens, qui ne recevait une solde que pendant la campagne et qui pouvait partir quel que soit le moment désiré. Un grand nombre d’&lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; servaient dans la marine dans les différents &lt;i&gt;beyliks&lt;/i&gt; turcs au XIVè siècle. Ils étaient armés de masses, d’arcs (tirant souvent des fléchettes courtes &lt;i&gt;zemberek&lt;/i&gt; à l’aide de guide-flèches) et plus occasionnellement d’arbalètes çagra&amp;nbsp;; et ils adoptèrent rapidement des fusils &lt;i&gt;tüfek&lt;/i&gt;. Selon le chroniqueur byzantin Dukas, la première garnison de Gallipoli en 1421-1422 consistait en &quot;&amp;nbsp;&lt;i&gt;gasmouli&lt;/i&gt; légèrement armés&amp;nbsp;&quot;, ce qui indiquaient que les soldats étaient d’origine métisse de Grèce et d’Europe occidentale. Les rapports ottomans se référaient toujours à deux unités de musulmans parlant grec sur Gallipoli en 1474, probablement des &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; plutôt que des janissaires. L’une était composée de rameurs, l’autre d’archers &lt;i&gt;zenberekciyan&lt;/i&gt; qui défendaient le château. Les quatre autres unités, vraisemblablement turques, de Gallipoli comportaient une unité d’&lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; navals.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Sur terre, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; se battaient comme archers mais ils étaient essentiellement employés comme gardes ou factionnaires. Au XVIè siècle ils déclinèrent et furent de simples porteurs de munitions, des pionniers et des sapeurs et furent absorbés par les &lt;i&gt;cebeci&lt;/i&gt; janissaires comme porteurs. Cependant, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; se plurent ensuite dans leur nouvelle vie. A partir de la fin du XVIè siècle, tous les hommes musulmans des régions frontalières étaient susceptibles de se faire engagés comme &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;, armés de fusils à mèches et de sabres, un homme sur 20 ou 30 foyers étant pris en charge financièrement par les autres. Ils étaient ensuite répartis sur des &lt;i&gt;kale azapi&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;forteresse d’&lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&quot;) ou &lt;i&gt;deniz azapi&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;des &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; navals&amp;nbsp;&quot;) suivant le lieu où ils habitaient.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Sur terre, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; se battaient comme archers mais ils étaient essentiellement employés comme gardes ou factionnaires. Au XVIè siècle ils déclinèrent et furent de simples porteurs de munitions, des pionniers et des sapeurs et furent absorbés par les &lt;i&gt;cebeci&lt;/i&gt; janissaires comme porteurs. Cependant, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; se plurent ensuite dans leur nouvelle vie. A partir de la fin du XVIè siècle, tous les hommes musulmans des régions frontalières étaient susceptibles de se faire engagés comme &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;, armés de fusils à mèches et de sabres, un homme sur 20 ou 30 foyers étant pris en charge financièrement par les autres. Ils étaient ensuite répartis sur des &lt;i&gt;kale azapi&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;forteresse d’&lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&quot;) ou &lt;i&gt;deniz azapi&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;des &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; navals&amp;nbsp;&quot;) suivant le lieu où ils habitaient.&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height=&quot;80&quot; width=&quot;353&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;i&gt;1- Tirailleurs bosniaque. Les frontières européenne de l'Empire Ottoman étaient en permanance gardées par les villageois musulmans des balkans armée de longue arme à feu.&lt;br /&gt; 2- Sipahi mamelouk d'Egypte.&lt;br /&gt; 3- Dervish bektashi. Ces religieux galvanisés les troupes ottomanes et plus particulièrement les janissaires auxquels ils étaient très atachés.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; height=&quot;306&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; height=&quot;302&quot; width=&quot;63%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;L’histoire des &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; est encore plus variée. Ils étaient essentiellement recrutés chez les vassaux chrétiens des Balkans de l’Empire ottoman, suivant un système datant d’avant l’invasion turque, même s’il semble concerner les musulmans de la première heure. La plupart d’entre eux était de la cavalerie lourde, mais il y avait aussi des fantassins. Leurs rangs étaient composés largement de serbes et de bulgares slaves, ainsi que d’hommes parlant valach ou roumain. Comme de nombreux auxiliaires ottomans, un voynuq était soutenu par d’autres foyers connus comme &lt;i&gt;gönder&lt;/i&gt;, un terme dérivant probablement du mot grec kontarion qui veut dire lance. Les &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; avaient leurs propres officiers &lt;i&gt;çeribasi&lt;/i&gt; placés sous le commandement général du &lt;i&gt;voynuq&lt;/i&gt; &lt;i&gt;beyi&lt;/i&gt;, et ils étaient accompagnés des servants &lt;i&gt;yamaks&lt;/i&gt; ou des subordonnés. Même si les &lt;i&gt;voynuks&lt;/i&gt; n’avaient pas d’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; ni de structure de corps, ils disposaient d’une réserve d’inscrits qui complétait leur effectif. Au XVè siècle des voynuqs remplissaient des tâches supplémentaires comme s’occuper des troupeaux de chevaux de cavalerie en Bulgarie. Les &lt;i&gt;dogancis&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;fauconniers&amp;nbsp;&quot;) étaient semblables à ces &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; et élevaient des faucons pour la cour impériale. Dans un autre lieu, les nomades chrétiens valachs jouissaient de privilèges spéciaux pour avoir servi l’Empire ottoman comme &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; de frontière, guides, garde ou pour avoir mené des raids. La principauté autonome roumaine de Moldavie approvisionnait aussi les &lt;i&gt;voynuks&lt;/i&gt; durant le XVIè siècle.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Le rôle de l’infanterie des principautés roumaines éclaire de manière intéressante un aspect peu connu de l’organisation militaire ottomane. Parce que la Moldavie, la Valachie et la Transylvanie préservaient leur autonomie depuis bien longtemps, leur héritage militaire d’avant l’invasion ottomane continua de se développer. Dans ces trois parties qui forment maintenant la Roumanie, des gouverneurs locaux levèrent, entraînèrent et équipèrent une infanterie compétente alors qu’une déferlante ottomane se préparait. Cette infanterie comptait dans ses rangs des mercenaires italiens professionnels afin de donner de la vitalité aux milices urbaines assoupies par les garnisons royales.&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt;&lt;/td&gt; &lt;td height=&quot;200&quot; width=&quot;37%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-azabs-40-30.jpg&quot; alt=&quot;Infanterie ottomane&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;417&quot; width=&quot;317&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td height=&quot;39&quot; width=&quot;37%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;i&gt;1- Lévantin.Fin XVI ème siècle.&lt;br /&gt; 2- Sekbanbashi, officier du corps des Sekban.&lt;br /&gt; 3- Azap, XVI et XVII ème siècle. Certains manuscrits suggèrent des caftans verts, mais il est fortement probable qu'il y ait eu de nombreuses variations de couleurs.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Ils utilisaient les dernières armes de l’infanterie médiévale, parmi lesquelles il y avait un ensemble d’objets crochus employé contre la cavalerie, un moyen rapidement adopté par les janissaires. Dans le même temps, les archers armés d’arcs composites de style asiatique sont remplacés progressivement par des mousquetaires habiles dans tout ce qui est guérilla. En fait la Valachie et la Moldavie continuèrent de recruter une infanterie professionnelle armée d’arquebuses parmi les Bulgares chrétiens au sud, parmi les Serbes à l’ouest, parmi les Polonais et les Cosaques au nord. L’influence militaire des Ottomans se ressentait aussi dans les milices d’infanterie &lt;i&gt;dorubanti&lt;/i&gt; qui s’appuyait sur les &lt;i&gt;derbentçi&lt;/i&gt; turcs ou &quot;&amp;nbsp;gardes de frontière&amp;nbsp;&quot;.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-voynuk-25-25.jpg&quot; alt=&quot;Principales troupes ottomanes au XV ème siècle&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;455&quot; width=&quot;353&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; width=&quot;59%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;L’Empire ottoman hérita d’autres formations militaires intéressantes du sud des Balkans&amp;nbsp;; par exemple les mercenaires catalans ex-byzantins ou leurs descendants ont été enregistrés dans l’activité militaire ottomane dans les années 1380. Des arbalétriers européens, mercenaires ou des vassaux, et l’infanterie génoise armée de haches issue de divers avant-postes coloniaux faisaient partie de ceux qui furent impliqués dans la guerre civile ottomane de 1421-1422. Des juifs et des musulmans se joignirent à l’Empire et firent échouer une attaque italienne menée sur l’île de Chios en 1599, et à partir de là, eux et seulement eux au contraire des chrétiens grecs locaux furent admis dans la citadelle de l’île. Plus loin au nord, de nombreux &quot;&amp;nbsp;hérétiques&amp;nbsp;&quot; bogomiles de Bosnie aidèrent les ottomans dans les invasions menées contre leurs oppresseurs chrétiens.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Dans d’autres lieux, les Ottomans employaient les forces locales déjà existantes comme troupes de garnison, évitant ainsi d’engager leurs propres soldats. Par exemple les &lt;i&gt;Martolos&lt;/i&gt; grecs étaient à l’origine des irréguliers byzantins. Au début du XVè siècle les Ottomans les reconnurent comme &lt;i&gt;nizam&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;vrais soldats&amp;nbsp;&quot; et les payaient pour surveiller les bandits de la montagne grecque Klepht. Pendant le XVIè siècle les &lt;i&gt;Martolos&lt;/i&gt; formaient une partie significative des garnisons de Serbie, de Bosnie, d’Herzégovine et même de Hongrie. Au XVIIIè siècle ils avaient des mousquets, des pistolets, des épées et des dagues et étaient dirigés par les &lt;i&gt;kapitanos&lt;/i&gt; héréditaires. On accorda aux personnalités religieuses grecques d’un certain âge le droit d’avoir leurs propres &lt;i&gt;kapoi&lt;/i&gt; ou serviteurs armés. Les &lt;i&gt;müsellems&lt;/i&gt; étaient initialement une cavalerie féodale et même s’il furent rétrogradés en milices d’infanterie inefficaces, ils conservèrent une structure de corps du type &lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt;. Les &lt;i&gt;gönüllüyan&lt;/i&gt; étaient une milice de volontaire plus tardive composée de cavaliers et de fantassins levés à la fois parmi les musulmans et les chrétiens, payés avec les taxes locales et employés pour mettre en garnisons les châteaux du coin.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;41%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;i&gt;1- Voynuk, auxiliaire valaque, vers 1500.&lt;br /&gt; 2- Archer janissaire de la garde du sultan (chausures jaunes), XV ème siècle.&lt;br /&gt; 3- Marin magrebin du début du XVI ème siècle, équipé de l'arbalète caractéristiques de la marine maure.&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Pendant des années le gouvernement ottoman tenta d’empêcher la raya, un groupe non militaire de la population, d’acquérir des armes à feu. Même les auxiliaires &lt;i&gt;derbentçi&lt;/i&gt; reconnus (officiellement) n’avaient pas l’autorisation d’avoir des fusils, jusqu’à ce qu’une terreur grandissante inspirée par les bandits armés rende ceci indispensable. Les &lt;i&gt;derbentçi&lt;/i&gt; ottomans organisés firent vraiment leur apparition au milieu du XVè siècle et comportaient initialement aussi bien des chrétiens &lt;i&gt;martolos&lt;/i&gt; que des nomades turcs &lt;i&gt;yörük&lt;/i&gt;, des hommes des tribus turcomanes d’Anatolie et des chrétiens &lt;i&gt;voynuqs&lt;/i&gt; des Balkans. Ils s’organisaient en unités de 25 à 30 hommes locaux qui mettaient en place des garnisons sur des forts tout petits dans les endroits stratégiques ou vulnérables, et ce système dut certainement se répandre largement jusqu’à ce que l’autorité du gouvernement centrale fut sur le déclin. On trouvait même des &lt;i&gt;derbentçi&lt;/i&gt; dans le Khanate tartare autonome de la Crimée, au nord de la Mer Noire. Les Tartares de Crimée présentaient aussi une petite force d’infanterie armée de mousquets. Certains étaient des hommes de tribu trop pauvres pour posséder un cheval&amp;nbsp;; d’autres formaient une élite de 20 compagnies de cavalerie montée ou &lt;i&gt;sebkans&lt;/i&gt;, recrutées parmi les villageois de la péninsule criméenne.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; width=&quot;57%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Le conservatisme grandissant de la pensée militaire ottomane garantissait le fait que, lorsqu’une nouvelle force d’infanterie était levée, on lui donnât un nom traditionnel. Comme conséquence, l’infanterie &lt;i&gt;sekban&lt;/i&gt; de la fin du XVIè siècle jusqu’au XVIIIè siècle n’avait pas de connexion réelle avec l’ancienne division &lt;i&gt;sekban&lt;/i&gt; de l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; janissaire. Les nouveaux &lt;i&gt;sekbans&lt;/i&gt; étaient une réponse à l’insuffisance aiguë de l’armée ottomane de troupes de mousquetaires face à leurs ennemies toujours plus forts. Les populations raya musulmanes et supposées non militaires de Dalmatie, d’Albanie, de Bosnie et d’Anatolie étaient alors recrutées en nombre croissant, nombre d’entre elles était de l’infanterie montée. Au début du XVIIè siècle, les nouveaux &lt;i&gt;sekbans&lt;/i&gt; s’organisaient, sur une base régulière, en unités &lt;i&gt;bölüks&lt;/i&gt; de 50 à 100 hommes, payées pour la plupart comme armées privées par les gouverneurs des provinces. Chaque unité avait à sa tête un &lt;i&gt;bölük&lt;/i&gt; &lt;i&gt;basi&lt;/i&gt;, placé sous le commandement général d’un &lt;i&gt;bas&lt;/i&gt; &lt;i&gt;bölük&lt;/i&gt; &lt;i&gt;basi&lt;/i&gt;, de tels officiers étaient choisis au début parmi l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; des janissaires. Théoriquement ils pouvaient être débandés quand leur &lt;i&gt;bölüm&lt;/i&gt; ou commission retraitait, mais en réalité ils étaient rarement placés sous le contrôle du gouvernement central. Par la suite, ils devinrent l’infanterie la plus efficace dans l’Empire, surpassant les Janissaires décadents. D’autres unités semblables étaient connues comme &lt;i&gt;sarica&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;guêpes&amp;nbsp;&quot;, et tous étaient susceptibles d’être d’excellents tireurs d’élite, peut-être parce qu’ils étaient des chasseurs ou des bandits avant de devenir des soldats. Comme les &lt;i&gt;sekbans&lt;/i&gt; et les &lt;i&gt;sarica&lt;/i&gt;, les forces &lt;i&gt;levent&lt;/i&gt; ressuscitées de la fin du XVIè siècle étaient des musulmans armés avec des mousquets, des épées et plus tard de pistolets. Ils étaient soi-disant recrutés parmi les bandits en Anatolie semblent n’avoir aucun lien avec les premières forces &lt;i&gt;levent&lt;/i&gt; de la marine du XIVè siècle. Il y avait une autre force nouvelle d’infanterie montée, les &lt;i&gt;tüfekçis&lt;/i&gt;, qui apparurent au XVIè siècle et qui comptèrent parmi les troupes les plus efficaces de l’armée ottomane aux XVIIè et XVIIIè siècles. Néanmoins, c’était un corps régulier, avec comme uniformes des manteaux courts rouges et des grands chapeaux rouges.&lt;/font&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;td width=&quot;43%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-tufekshi-35-30.jpg&quot; alt=&quot;Auxiliaires et gardes ottomans&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;492&quot; width=&quot;367&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;43%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;1- Tüfektchi, milieu XVII ème siècle. Tirailleurs ottoman.&lt;br /&gt; 2- Peyk, fin XVII ème siècle. &quot;Estafette&quot; ou courrier du sultan, chargé de porter les ordre à ses subalternes.&lt;br /&gt; 3- Kapukulu, début XVII ème siècle. Cavalier d'élite de la garde ottomane.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Des incursions brutales menées par les armées autrichiennes catholiques montraient que, dans bien des endroits des Balkans, les chrétiens orthodoxes apportaient encore une aide militaire aux Ottomans assiégés. Une résistance véhémente était même créditée aux musulmans parlant le slave, de Bosnie, où différentes sortes d’infanterie locale comme le &lt;i&gt;panduk&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;tireurs d’élite&amp;nbsp;&quot;, et l’&lt;i&gt;eflak&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;mousquetaires&amp;nbsp;&quot; firent leur apparition. En Syrie et en Irak un appareil extraordinaire de formations irrégulières et de mercenaires apparut aux XVIIè et XVIIIè siècles. A Damas, elles comportaient les &lt;i&gt;levent&lt;/i&gt;, une infanterie montée qui était des turcs au début mais qui devint par la suite des kurdes, des &lt;i&gt;sekbans&lt;/i&gt; - des Turcs de l’Anatolie orientale, &lt;i&gt;Maghâriba&lt;/i&gt; -, des arabes algériens qui étaient généralement employés pour défendre les caravanes de pèlerins se dirigeant vers la Mecque, et des &lt;i&gt;tüfekçi&lt;/i&gt; - des kurdes qui formait une petite élite de bons tireurs. Chacune d’entre elles avait une organisation, une fidélité au corps, un commandement, des casernes qui lui étaient propre et des habits caractéristiques. En plus de quoi, il y avait les &lt;i&gt;ashir&lt;/i&gt; - des auxiliaires syriens commandés par des chefs locaux ou de tribu, qui incluaient des milices urbaines issues de tous les groupes religieux. Toutefois le terme &lt;i&gt;arab&lt;/i&gt; n’était utilisé que pour les auxiliaires bédouins qui jouaient un rôle militaire important à l’est du Jourdain, de l’Oronte et du Litani.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;La situation en Egypte était généralement plus calme, même si la rivalité entre différentes unités dégnérait souvent en émeutes. Il y avait sept corps dans la garnison du Caire, à laquelle il faut ajouter des formations irrégulières variées qui, d’après les écrits arabes, étaient connues comme&amp;nbsp;: les Janissaires, les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt;, le &lt;i&gt;sarrâj&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;sarica&lt;/i&gt;), le &lt;i&gt;yuldâsh&lt;/i&gt; (issu des &lt;i&gt;yoldas&lt;/i&gt; ou soldats janissaires), les irréguliers &lt;i&gt;maghribi&lt;/i&gt;, le &lt;i&gt;jamâkiya&lt;/i&gt; (du &lt;i&gt;yamak&lt;/i&gt;, de servants de janissaires), le &lt;i&gt;tufenkiya&lt;/i&gt;, le &lt;i&gt;jarâkisa&lt;/i&gt; (issu du &lt;i&gt;yürük&lt;/i&gt;, des hommes des tribus turques), le &lt;i&gt;shâwûshiya&lt;/i&gt; (issu du &lt;i&gt;cavus&lt;/i&gt;, des sergents janissaires), le &lt;i&gt;mutafarriqa&lt;/i&gt; (issu du &lt;i&gt;müteferrika&lt;/i&gt;, les gardes du palais ottoman), le &lt;i&gt;gönüllü&lt;/i&gt; ou des &quot;&amp;nbsp;volontaires&amp;nbsp;&quot; qui étaient encore assimilables à des turcs. En période de tension, les unités plus petites s’alliaient de préférence avec les &lt;i&gt;azaps&lt;/i&gt; contre les janissaires dominateurs. En Afrique du Nord les Janissaires, bien qu’ils formassent un corps &lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; séparé, préservaient leur identité turque pendant plusieurs siècles. Leurs grands rivaux étaient les &lt;i&gt;tâ’ifat al ru’sâ&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;des milices de capitaines corsaires&amp;nbsp;&quot; qui étaient à la base des troupes de marine. &lt;i&gt;Ces tâ’ifat al ru’sâ&lt;/i&gt; étaient composés de turcs mais la majorité était des arabes et des berbères, des indigènes de l’Afrique du Nord.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/HISTOIRE-OTTOMANS-infanterie.htm&lt;/p&gt; 
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        <title>PROMOTION, SOLDE ET MORAL</title>
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        <updated>2008-05-05T00:57:57+02:00</updated>
        <published>2008-05-05T00:57:57+02:00</published>
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           &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#808000&quot; face=&quot;Colonna MT&quot; size=&quot;5&quot;&gt;PROMOTION, SOLDE ET MORAL&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les promotions et les transferts se faisaient tous les deux à huit ans ou au moment de l’avènement d’un nouveau dirigeant. A l’intérieur du corps des Janissaires, les promotions étaient accordées suivant le bénéfice de l’âge en théorie&amp;nbsp;; les jeunes officiers étaient vraisemblablement choisis parmi les sous-officiers &lt;i&gt;çavus&lt;/i&gt; et &lt;i&gt;karakullukçu&lt;/i&gt;. La discipline était très stricte et on disait que &quot;&amp;nbsp;quarante hommes étaient menés par une seule tête&amp;nbsp;&quot;. Murad I avait posé 16 lois pour le corps des Janissaires&amp;nbsp;: obéissance totale envers les officiers&amp;nbsp;; unité dans la volonté&amp;nbsp;; comportement militaire sévère&amp;nbsp;; pas d’extrêmes dans le luxe ou abstinence&amp;nbsp;; une piété stricte du code &lt;i&gt;bektasi&lt;/i&gt;&amp;nbsp;; acceptation des meilleures recrues seulement&amp;nbsp;; peine capitale pour quelque chose de distinctif&amp;nbsp;; punition infligée seulement par ses propres officiers&amp;nbsp;; promotion suivant l’âge&amp;nbsp;; prendre soin de ses propres personnes à charge&amp;nbsp;; pas de barbe pour les simples soldats&amp;nbsp;; pas de mariage avant la retraite&amp;nbsp;; vivre seulement dans les casernes&amp;nbsp;; pas d’autre commerce&amp;nbsp;; entraînement militaire à plein temps&amp;nbsp;; pas d’alcool ni jeux d’argent. Les punitions allaient de l’emprisonnement dans les cuisines (peut-être la corvée de patates) à l’incarcération dans les forteresses des Dardanelles. La punition la plus courante était d’avoir la plante des pieds frappée par un &lt;i&gt;falaka&lt;/i&gt; ou un bâton. Après chaque punition, celui qui avait offensé devait embrasser la main de son officier et marquait ainsi son retour à la discipline. Les punitions des officiers allaient de la rétrogradation jusqu’au bannissement du corps des Janissaires ou jusqu’à l’exécution. Le discipline pendant la marche était même plus sévère, avec une punition pour tout dégât causé sur le bien d’autrui, et une compensation payée aux victimes. Une désertion en temps de guerre avait comme conséquence une exécution par strangulation&amp;nbsp;; le sac était placé dans un sac lesté et était balancé dans la mer ou un lac la nuit pour éviter une honte publique.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;table border=&quot;0&quot; width=&quot;100%&quot;&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;46%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://theilsb.club.fr/VAEVICTIS/HISTOIRE/OTTOMANS/turc-sousoff-40-30.jpg&quot; alt=&quot;Sous officiers du corps des janissaires&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;414&quot; width=&quot;308&quot; /&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;td rowspan=&quot;2&quot; width=&quot;54%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Les janissaires recevaient leur &lt;i&gt;ulûfe&lt;/i&gt; ou solde trois ou quatre fois dans l’année, les jours de paye coïncidaient souvent avec la venue de dignitaires étrangers, qui permettait aussi un relâchement de la discipline janissaire. Des bonus étaient attribués pour un service remarquable, comme quand les survivants de unités de s&lt;i&gt;erdengeçti&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp;tête brûlée&amp;nbsp;&quot;) et de &lt;i&gt;dal&lt;/i&gt; &lt;i&gt;kiliç&lt;/i&gt; (&quot;&amp;nbsp; épée nue&amp;nbsp;&quot;) avaient de l’argent supplémentaire ainsi que des médailles. Au milieu du XVè siècle, les simples janissaires recevait une quantité d’argent relativement petite mais on leur donnait aussi du tissu bleu en quantité suffisante pour une paire de culottes, une quantité de lin plus grande, un nouveau manteau de laine, une nouvelle chemise et assez d’argent pour acheter des arcs, des flèches et des cols propres. Néanmoins on accordait à l’&lt;i&gt;oçak&lt;/i&gt; janissaire dix pour cent des dépenses militaires totales qui atteignaient quinze pour cent du revenu global de l’Empire sous le règne de Mehmet le Conquérant.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;D’une certaine manière, les janissaires étaient préservés du monde extérieur. Les casernes consistaient en des pièces ou &lt;i&gt;oda&lt;/i&gt; pour chaque unité &lt;i&gt;orta&lt;/i&gt;, celles d’élites étaient situées à l’intérieur même du palais Topkapi. Les casernes les plus ordinaires étaient de grandes habitations qui comptaient des cuisines, un arsenal et des dortoirs&amp;nbsp;; les portes étaient décorées de l’emblème de l’&lt;i&gt;orta&lt;/i&gt;. Les deux casernes principales d’Istanbul, l’&lt;i&gt;Eski Oda&lt;/i&gt; (l’ancienne) et le &lt;i&gt;Yeni Oda&lt;/i&gt; (la nouvelle), étaient construites en pierre dans les années 1460-1470 - des habitations imposantes décorées avec des dalles colorées, des barreaux aux fenêtres en marbre des portes dorées et des fontaines dans les cours. Chacune d’entre elles possédait un groupe de boutiques civiles tout autour. Dans ces lieux, un janissaire pouvait mener une vie quasiment monacale, puisqu’on ne lui permettait de se marier qu’une fois qu’il avait atteint le rang de pensionné ou &lt;i&gt;otturak&lt;/i&gt; - en fin de compte jusqu’à ce que les lois furent assouplies à la fin du XVIè siècle.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;!--mstheme--&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width=&quot;46%&quot;&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;1&quot;&gt;1- Bayraktar subayi, porteur d'étandard de la 39 ème orta, XVI ème siècle.&lt;br /&gt; 2- Beshinci Karakullukutchu, sous officier, XVIII ème siècle. A cette époque la plupart des janissaires avaient abandonné leur couvre chef caractéristique.&lt;br /&gt; 3- Aga Serdengecti, commandant une unité d'assaut, XVIII ème siècle.&lt;/font&gt;&lt;/i&gt;&lt;!--mstheme--&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;!--mstheme--&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;D’une manière générale, les simples soldats ottomans étaient plus résistants que leurs adversaires occidentaux, un fait relevé par Bertrandon de la Broquière. Comme il disait&amp;nbsp;: &quot;&amp;nbsp;Ils étaient assidus et se levaient tôt le matin. Ils étaient frugaux lorsqu’ils étaient sur la route et vivaient avec seulement de la petite nourriture, un petit pain mal cuit et de la viande crue, séchée un peu au soleil, du lait caillé ou préparé autrement, du fromage ou du miel ou du raisins ou des fruits ou de l’herbe, ou une poignée de farine à partir de laquelle il préparaient du porridge pour six ou huit hommes par jour&amp;nbsp;&quot;.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Times New Roman&quot; size=&quot;3&quot;&gt;L’armée ottomane insistait aussi beaucoup sur le courage personnel, et il y avait une forte compétition pour avoir des &quot;&amp;nbsp;badges de valeur&amp;nbsp;&quot; comme des crêtes &lt;i&gt;çelenk&lt;/i&gt; et des plumes de duvet.&amp;nbsp;; le &lt;i&gt;çelenk&lt;/i&gt; était particulièrement difficile à gagner étant donné qu’il ne récompensait qu’une bravoure extrême vis à vis d’un ennemi supérieur. Un soldat mort sur le champ de bataille était un &lt;i&gt;sahid&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;martyre&amp;nbsp;&quot;. Les personnes à sa charge, comme ceux d’un vétéran, étaient connus sous de le nom de &lt;i&gt;fodlaharan&lt;/i&gt; ou &quot;&amp;nbsp;mangeurs de pain&amp;nbsp;&quot; et étaient entretenus par un département spécial du gouvernement via l’homme de l’&lt;i&gt;orta&lt;/i&gt;, à qui on donnait une ration hebdomadaire, par le travail pour les fils, par les maris pour les filles. Les vétérans invalides avaient des sinécures et restaient des membres honorables de leur &lt;i&gt;orta&lt;/i&gt;.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Trebuchet MS, Arial, Helvetica&quot;&gt;&lt;font